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Rodrigo Constantino

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Hitler também tinha “compromisso” (com o nazismo), FHC!

Fernando Henrique Cardoso é, sempre foi e pelo visto sempre será um esquerdista. Ninguém pode ter dúvidas, hoje, de que ele sentiu orgulho de repassar a faixa presidencial para seu antigo camarada de ideologia, Luís Inácio Lula da Silva. Em que pesem acertos em sua gestão, quando foi forçado a ceder espaço ao liberalismo, eis a essência de FHC: um sociólogo marxista.

O fato de alguém com esse perfil ser considerado, pela mídia nacional, um representante da “direita brasileira” ou do “neoliberalismo” apenas comprova como vivemos numa hegemonia esquerdista. Preocupado com a “onda conservadora”, mais do que com a possiblidade de volta do PT ao poder, FHC tem se radicalizado cada vez mais, saído em defesa da esquerda, até mesmo de Lula. Pelo visto não bastou ter ajudado a salvar o companheiro do impeachment quando estourou o “mensalão”…

Em entrevista recente, FHC falou do risco de o Brasil eleger um Hitler em 2018. Falava ele do candidato totalitário, socialista como Hitler, que demoniza os mercados, o lucro e o indivíduo como Hitler, e que já até elogiou Hitler em uma antiga entrevista à Playboy? Não, claro que FHC não falava de Lula, o político brasileiro mais parecido com o líder do nacional-socialismo alemão. Ele dava indiretas a Bolsonaro…

Na mesma entrevista, FHC se esforça para ser ainda mais explícito: defende abertamente Lula e cita negativamente Bolsonaro: “Conheço Lula muito bem, mas não conheço Bolsonaro. O Lula tem partido, história, trajetória. Você pode gostar ou não, mas ele tem compromisso. Já Bolsonaro é um homem autoritário. Quais são as opiniões dele? Não sei […]. Bolsonaro não existe ainda. Só existe um sentimento de ‘ordem'”.

Lula tem “compromisso”? Com o quê, exatamente? Só se for com o roubo institucionalizado, com o modelo venezuelano, com a mentira, com o populismo, com Cuba. Lula não tem partido, mas quadrilha. Tem trajetória sim: a de um oportunista desde sempre, dedo-duro na época do regime militar, sindicalista pelego depois, político safado desde então. A trajetória de um pilantra, de um demagogo!

Você pode gostar ou não? Claro, como você pode “gostar ou não” de ser roubado, de ditaduras, de “malandragem”, do petrolão. Quem ainda gosta de Lula não tem caráter, despreza a moral, dá atestado de safadeza ou estupidez. Não é simples questão de gosto, de preferência do freguês. É algo objetivo, assim como gostar de Maduro, como o próprio Lula gosta, é coisa de gente doente ou canalha.

Para FHC, Bolsonaro é autoritário, mas Lula não? O “reizinho populista” que tentou calar a imprensa, expulsar jornalista gringo do país, comprar o Congresso, e que idolatrava Fidel Castro? Lula não é autoritário?!

Fernando Henrique teve seus bons momentos, apesar de tudo. Que decadência! Chegar a esse estágio da vida defendendo Lula e legalização de drogas! FHC adora Obama e Soros, é um socialista fabiano defensor do globalismo, um “progressista” que sente forte atração pelo estado, um “estado-afetivo”, para usar um termo mais palatável aos tempos modernos. Ou seja, um esquerdista do dedão do pé ao último fio de cabelo!

E um sujeito assim é considerado, repito, como moderado ou mesmo de direita em nosso país. Socorro!

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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