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Rodrigo Constantino

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Judoca israelense vence medalha de ouro em Abu Dhabi, mas organizadores se recusam a tocar hino e levantar bandeira

  • PorRodrigo Constantino
  • 28/10/2017 15:31
Judoca israelense vence medalha de ouro em Abu Dhabi, mas organizadores se recusam a tocar hino e levantar bandeira
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Um judoca israelense, Tal Flicker, venceu a medalha de ouro nesta quinta no torneio Abu Dhabi Grand Slam, mas os organizadores se recusaram a tocar o hino de seu país e levantar a bandeira de Israel. Do lado feminino, Gili Cohen venceu o bronze, mas também não teve o hino de Israel tocado, tampouco a bandeira do país exposta.

A equipe toda de Israel teve que lutar sem qualquer símbolo nacional, e soube que haveria uma política discriminatória caso vencesse. “Israel é meu país e tenho orgulho dele”, disse o judoca, para quem o hino da federação que colocaram no lugar do seu hino era “apenas barulho”.

O antissemitismo, como podemos ver, continua em alta, mas não esperem condenação por parte da esquerda. Historicamente, mesmo durante o nacional-socialismo, foi a esquerda que sempre fomentou o “ódio ao judeu”, que era associado ao capitalismo, especialmente em sua vertente financeira.

Recomendo aos interessados o livro novo de Dinesh D’Souza, The Big Lie, em que ele mostra esse elo entre esquerda democrata “progressista” e nazistas. Hoje também vemos que esse ódio vem quase sempre da esquerda, daqueles que adoram odiar os Estados Unidos e Israel, e relativizar as atrocidades cometidas por muçulmanos.

É por isso que não vemos uma chiadeira geral na esquerda com esse ato escancarado de preconceito. Pois o alvo foi um israelense, então pode, então é permitido. Os esportes deveriam colocar essas diferenças para escanteio, seu grande papel é justamente lembrar que o humano está acima das disputas religiosas ou nacionais, e que o melhor deve vencer. É uma simulação de conflito para justamente fugir de um confronto real.

Israel, por meio de seu atleta, levou a melhor, mostrou-se superior. Mas isso não pode ser reconhecido ali, pois o antissemitismo é disseminado demais em países sob o domínio do Islã. Por isso o judoca virou um “apátrida” no momento do pódio. Mas o vergonhoso ato não é capaz de esconder a verdade: o israelense foi melhor.

E a maioria dos judeus vai continuar fazendo o que sabe fazer bem: superar essas barreiras preconceituosas e vencer na vida, destacar-se em suas diferentes atividades. É isso que desperta tanto ódio nos antissemitas: não suportam as vitórias frequentes do povo judeu. É pura inveja.

Rodrigo Constantino

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