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O governador aqui da Flórida, Ron DeSantis, sancionou o projeto de lei que basicamente proíbe doutrinação sexual infantil em escolas públicas, garantindo a autonomia dos pais sobre a formação moral de seus filhos. A esquerda radical ficou histérica, incluindo a Casa Branca. Foi um golaço político do governador republicano!

O motivo é óbvio: quem quer que tenha dado uma olhada no projeto sabe que não há nada muito controverso ali, apenas bom senso. Mas como a esquerda, com o apoio da mídia, odeia DeSantis, tudo que ele defender será razão suficiente para ser condenado com veemência. Ao agir assim, a esquerda acabou escancarando seu radicalismo e sua agenda.

A imprensa tenta enganar o povo, endossando a reação boboca de Hollywood e repetindo que se trata de uma lei conhecida como "não diga gay". Ocorre que não há nada disso na lei! Os desavisados, que ainda se "informam" pela imprensa mainstream, podem até repudiar a lei por ignorância. Mas à medida que as pessoas se informem melhor, ficará claro que a esquerda extremista saiu da toca.

Quem pode ser a favor de professores de crianças com 5 ou 6 anos falando de ideologia de gênero ou sexo com elas?! Nessa idade, a puberdade nem chegou, não há hormônios alimentando qualquer inclinação sexual que seja. Criança não é macho, gay ou trans, mas sim criança, apenas uma criança! Não importa! A esquerda, ao reagir da forma que reagiu, com incrível histeria, expôs a todos sua real agenda: doutrinar crianças na mais tenra idade com sua visão distorcida e doentia de mundo.

A esquerda hoje é basicamente formada por adultos que parecem crianças, que querem crianças parecendo adultos, para que se sintam melhores. Essa turma não aceita que os próprios pais eduquem seus filhos. Os "progressistas" se encaram como "libertadores" entre as crianças e seus pais, que seriam um bando de "reacionários preconceituosos" - ou seja, pessoas normais que desejam incutir valores decentes aos filhos.

A esquerda quer ter o poder de educar não os seus filhos, mas os nossos filhos! É disso que se trata, e agora não dá mais para esconder. Se eles não puderem falar sobre "gênero fluido" com crianças que nem pensam em sexo ainda, eles se sentem oprimidos por uma ditadura. A Casa Branca chegou a falar em avaliar se o projeto de lei fere liberdades civis federais! Como assim?!

A Disney comprou a briga da comunidade radical LGBTQWYXZ$#%@. O CEO se manifestou, mas o governador rebateu com maestria: disse que se no projeto de lei houvesse a proibição de debater a situação de exploração dos uigures pelo regime chinês, a Disney seria a primeira a aplaudir! Como sabemos, a Disney tem investido pesado na China e, por isso mesmo, passa pano para as atrocidades cometidas pela ditadura comunista.

Uma reunião interna de funcionários da Disney veio a público e o que vemos é chocante. Uma mãe de "crianças trans" alega que quer moldar os produtos da Disney para que esse tipo de coisa seja tida como normal. Outra confessa que usa em toda a oportunidade como produtora a meta de colocar mensagens LGBT nos desenhos infantis da companhia. Estamos falando em desenhos voltados para o público de 2 ou 3 anos!

Em suma, esse comportamento não é razoável. E essa gente quer transformar o mundo à sua imagem, na marra. Eles querem viver a utopia da revolução sexual iniciada na década de 1960, que prometeu muita felicidade, e entregou apenas angústia. A quantidade de pessoas que se considera LGBTQWXZ$%#@ vem aumentando a cada geração, o que comprova que o mecanismo de incentivos importa. Seres humanos possuem comportamentos maleáveis, e nada na biologia explicaria um salto no número de trans como temos observado.

A esquerda não vai descansar enquanto todos não acharem lindo essa visão de gênero fluido, incutida desde a mais remota infância. Crianças são inocentes e precisam ser protegidas, mas a esquerda as quer como cobaias, como mascotes. Se cada vez mais criança se "identificar" como gay ou trans, esses revolucionários ficarão contentes. É sobre como eles querem se sentir, não sobre as crianças em si.

Cabe aos pais normais olhar com muito cuidado para o conteúdo que sai dessa turma. A Disney já foi uma empresa que vendia magia para crianças; hoje é uma máquina de doutrinação sexual infantil. A pergunta que todos devem se fazer é: você gostaria que aquela patota disfuncional de Hollywood seja responsável pela formação moral e sexual dos seus filhos?

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