Balneário Camboriú terá o primeiro “edifício-árvore” do Brasil
Reprodução/PEXELS
Um levantamento da ong Global Wellness Institute mostrou que o mercado imobiliário ligado ao bem-estar registrou crescimentos bilionários nos últimos anos. A taxa de crescimento anual de 18,1% contrasta com a do mercado imobiliário convencional, de 5,1% no período.
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Seguindo a tendência, uma incorporadora lançou o primeiro “edifício-árvore” do Brasil. O imóvel, localizado em Balneário Camboriú (SC), engloba conceitos de bem-estar, como sistemas de detecção de CO2, renovação de ar, geração de água filtrada e recursos de condicionamento físico.
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O diretor-executivo da incorporadora, Cláudio Fischer, explica o conceito. Segundo ele, a parte externa do prédio, localizado na Avenida Brasil, será responsável pela estrutura do imóvel. Esse método construtivo garante a estrutura da obra e permite que os apartamentos possam ser construídos sem a necessidade de colunas.
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“Se o cliente quiser, pode fazer do apartamento dele uma laje inteira livre, porque as estruturas serão todas externas. É como se fosse um exoesqueleto do prédio, permitindo uma flexibilidade total na área interna”, diz.
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Com essas estruturas externas foi possível planejar os apartamentos não com janelas, e sim com paredes de vidro, do chão ao teto em um pé-direito de 3 metros. “Além disso, a pintura será feita com um material especial que permitirá a mudança de cor ao longo do tempo, assim como uma árvore muda ao longo da vida”, diz Fischer.
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Seguindo o formato previsto no projeto, o prédio permitirá uma ventilação direcionada aos apartamentos, que segundo o diretor, terão um consumo otimizado de energia elétrica tanto para a iluminação quanto para a climatização.
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O "edifício-árvore" contará com 26 unidades, uma por andar, além de três andares de equipamentos e instalações de lazer. O projeto é o primeiro empreendimento residencial assinado pelo escritório de arquitetura italiano Archea Associati no Brasil.
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Os apartamentos contarão com área privativa de 187 m² e três suítes, com a possibilidade de ser remodelado de acordo com as necessidades do proprietário. Por não ser um imóvel de frente para o mar, diz Fischer, os valores são menores do que aqueles localizados na Avenida Atlântica.