Para psiquiatras, antropólogos e filósofos, a moda dos bebês reborn é um fenômeno que ultrapassa o estranho e o bizarro.
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Segundo Sarah Rückl, médica psiquiatra e professora do Departamento de Medicina Forense e Psiquiatria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), “cada caso deve ser avaliado individualmente.”.
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Alguns especialistas dizem que os bonecos são ferramentas com excelentes resultados em processos terapêuticos.
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Por outro lado, dependendo do caso, também permeia a carência e a desconexão com a realidade ou com as relações humanas.
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Depois que uma mulher levou um reborn ao posto de saúde porque ele estaria com febre, parlamentares criaram projetos de Lei para proibir o atendimento aos bonecos nos serviços públicos de saúde.
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O psiquiatra Luiz Eduardo Xavier enfatiza que é importante evitar uma visão dicotômica (certo ou errado) e focar em sinais de alerta.