Estudo mostra que as estátuas da Ilha de Páscoa realmente “andavam”

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Os gigantescos Moai da Ilha de Páscoa, no Chile, intrigam pesquisadores há séculos.

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As estátuas Moai

Antes, achava-se que os povos antigos arrastavam as estátuas usando troncos de madeira — o que demandaria muita força e destruiria florestas.

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Teoria antiga

Um estudo publicado na Journal of Archaeological Science mostrou que as estátuas foram movidas em pé, com o uso de cordas e equilíbrio, fazendo-as “andar”.

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Nova descoberta científica

Pesquisadores fizeram uma réplica de Moai (cerca de 5 toneladas) e testaram o movimento em solo semelhante ao da ilha.

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Com 3 cordas presas à estátua e grupos puxando alternadamente, a peça oscilava de lado a lado — e avançava sozinho, impulsionada pela física e equilíbrio.

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Como elas “andavam”?

Com menos de 20 pessoas, a réplica percorreu mais de 100 m em menos de uma hora — sem rodas ou troncos. Estátuas maiores exigiriam de 45 a 60 pessoas para o mesmo efeito.

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Poucas pessoas, muita eficiência

Marcas de desgaste nas bases dos Moai originais são compatíveis com esse método de transporte, e a forma das estátuas sugere que foram projetadas para esse movimento.

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Tradições orais dos antigos habitantes Rapa Nui falavam que as estátuas “caminhavam” até seus lugares — e agora a ciência confirma que isso pode ter acontecido de verdade.

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Mito e ciência