O cardeal Joseph Ratzinger concedeu uma entrevista em 1997, e quando questionado se o Espírito Santo é quem “escolhe” o Papa, sua resposta foi surpreendente.
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Segundo ele: “[...] O Espírito Santo não exatamente assume o controle do processo, mas, como bom educador que é, nos deixa muito espaço, muita liberdade, sem nos abandonar completamente. [...]”.
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Ele ainda completa que “Houve muitos papas que o Espírito Santo certamente não teria escolhido!”.
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A realidade é que a escolha do novo Papa é feita por meio de votação secreta.
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O conclave não tem data certa para terminar; os cardeais votam até que alguém consiga dois terços dos votos.