i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Decisão

Acusados de jogar camaronês no mar são absolvidos

  • PorCarlos Ohara e Oswaldo Eustáquio
  • 13/11/2012 21:04
Os cinco marinheiros já receberam seus passaportes  de volta | Sandra Terena
Os cinco marinheiros já receberam seus passaportes de volta| Foto: Sandra Terena

O tribunal de júri federal reunido em Paranaguá, no Litoral do estado, decidiu pela absolvição dos cinco marinheiros acusados de tentativa de homicídio contra o clandestino camaronês Wilfred Happy Ondobo, de 28 anos. A sentença também inocentou o marinheiro Orhan Satilmis, que era acusado ainda pelos crimes de racismo e tortura. Satilmis, Ramazan Ozdamar, Zafer Yildirim e Ihsan Sonmezocak, de nacionalidade turca, e Mamuka Kirkitadze, da Geórgia, receberam seus passaportes imediatamente após o veredito e já estão livres para retornar a seus países de origem.

O advogado Giordano Vi­­larinho Reinert negou que os marinheiros acusados tivessem encontrado o clandestino do navio. Em relação ao crime de tortura, os jurados entenderam que não houve provas materiais do fato, já que o clandestino não apresentava nenhuma lesão quando foi recolhido.

Durante o julgamento, o próprio representante do Ministério Público Federal disse não estar convencido da prática de racismo. O clandestino disse não se lembrar das palavras "racistas"que lhe foram dirigidas e entrou em contradição várias vezes, chegando a afirmar que desceu por uma escada de cordas, instalada na lateral do navio. No inicio do caso, ele havia alegado que fora lançado ao mar pelos marinheiros.

No final de junho, o navio Seref Kuru, administrado por um armador da Turquia, foi retido no porto de Paranaguá, após o MPF receber a denúncia de que um camaronês que viajava clandestinamente na embarcação teria sido lançado ao mar pelos tripulantes, a cerca de 15 km da costa brasileira. Todos os 19 integrantes da tripulação foram desembarcados e mantidos sob liberdade vigiada. No inicio de agosto, o navio deixou o porto com nova tripulação, vinda da Turquia. No mesmo mês, a Justiça liberou 13 tripulantes e aceitou denúncia contra cinco marinheiros.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.