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Maria (nome fictício), que perdeu a filha de 9 anos adotada irregularmente, buscou a Justiça para regularizar a situação das filhas mais novas.

"Conhecemos a Fernanda quando ela tinha dois meses. Certa vez, encontramos ela e a avó em uma noite fria, perambulando pela rua, e a trouxemos para casa porque a mãe tem problemas psiquiátricos e não podia cuidar dela. A avó é alcoólatra. Ela sempre foi uma boa filha. A família a deixou aqui até os 9 anos. Um dia, vieram e a levaram embora. Agora dizem que somos apenas padrinhos. Eles nos proibiram de ir à escola, mas um dia o pessoal do colégio nos ligou porque a Fernanda estava doente e não tinha ninguém para atendê-la. Hoje ela vai ao psicólogo duas vezes por semana. Não consegue entender o que houve. Precisa ajudar a cuidar da mãe e a avó diz que não a aguenta mais. É muito triste porque ainda somos chamados de pai e mãe. É uma dor de morte".

Maria e Francisco, que hoje têm a guarda legal de duas meninas.

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