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Pinhais

Após desinfecção por suspeita de gripe A, atendimento no Hospital Pinhais volta ao normal

Hospital foi reaberto no início da manhã. Local foi desinfetado depois de um homem morrer no domingo com suspeita da gripe. Cerca de 25 pessoas participaram do enterro

  • PorAdriano Kotsan, com informações de Themys Cabral
  • 20/07/2009 09:57
Aproximadamente 25 pessoas participaram do enterro do vigilante | Marcelo Elias/Gazeta do Povo
Aproximadamente 25 pessoas participaram do enterro do vigilante| Foto: Marcelo Elias/Gazeta do Povo

Cuidados

Ao sentir os sintomas da gripe, a pessoa deve procurar o médico

Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?

Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são parecidos: febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Ao ter alguns desses sintomas, a pessoa deve procurar o médico. Na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe.

Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?

O Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

Como eu posso me prevenir?

Lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

  • O médico que atendeu Maia diagnosticou a suspeita de gripe A

O Hospital e Maternidade Pinhais reabriu o atendimento ao público, às 7 horas desta segunda-feira (20), após ficar fechado no domingo (19) para desinfecção. O único hospital de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, foi interditado após a morte do vigilante José Roberto Maia, de 24 anos, que aconteceu por volta das 8 horas de domingo. Há suspeita que Maia tenha morrido por estar infectado pela gripe A (H1N1). No Paraná, já foram identificados 56 casos da doença, mas ainda não há confirmação de nenhuma morte no estado causada pelo vírus.

Segundo uma funcionária do hospital, que não quis se identificar, o atendimento na recepção estava normal na manhã desta segunda-feira. Dentro do hospital, no entanto, alguns médicos trabalham com máscaras por precaução. A funcionária afirmou que nenhum diretor ou superintendente do hospital daria entrevistas nesta manhã. Uma nota deve ser divulgada durante a tarde sobre o caso.

Os quatro funcionários que tiveram contato direto com o paciente foram afastados: são dois enfermeiros, um médico e um auxiliar de enfermagem. Eles ficarão sem trabalhar até o resultado do exame que apontará se Maia tinha ou não o vírus Influenza A. Uma amostra de sangue do paciente foi encaminhada ao Rio de Janeiro. Como houve morte, a Secretaria do Estado da Saúde (Sesa) pediu prioridade para que o resultado do exame saia em até três dias.

Sintomas

Maia procurou o hospital na última quinta-feira com febre alta, tosse e dificuldades respiratórias. O médico que o atendeu diagnosticou a suspeita da gripe A e o encaminhou para a unidade de saúde do Sítio Cercado. Segundo Paulo Maia, irmão da vítima, ele foi de moto até o posto. "Lá o médico receitou alguns medicamentos e o encaminhou para casa. No sábado, ele passou mal, sentiu muita dificuldade de respirar e voltou para o hospital de Pinhais. Como lá não tinha Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ele ficou isolado em um quarto", explica o irmão. O laudo da causa da morte apresentado pelo hospital diz que Maia morreu de falência respiratória.

O vigilante entrou, dias antes dos primeiros sintomas, em contato com alguns argentinos que visitaram a empresa onde trabalhava. Depois disso, começou a apresentar sinais da gripe. Maia era casado e tinha uma filha de 2 anos.

Enterro rápido

O corpo de José Roberto Maia foi sepultado por volta das 11 horas desta segunda-feira, no Cemitério Pedro Fuss, em São José dos Pinhais, também na região metropolitana. Vinte cinco pessoas acompanharam o enterro. Os familiares mais próximos de Maia usavam máscaras. Metade dos presentes estava sem proteção no rosto. O enterro foi feito rapidamente.

Casos graves

Uma adolescente de 15 anos e um bebê de 1 ano e 8 meses estão internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de Foz do Iguaçu, no Oeste do estado. Os pacientes são suspeitos de estarem infectados com a gripe A H1N1. Foram realizados exames tanto na adolescente quanto no menino, mas os resultados que podem comprovar se estão contaminados ainda não ficaram prontos.

A garota e o bebê foram internados na sexta-feira (17). A adolescente teve o quadro médico agravado no fim de semana e respira com a ajuda de aparelhos. Os médicos afirmam que ela está com uma infecção respiratória aguda. Ela está internada e isolada no Hospital Ministro Costa Cavalcanti.

Equipes da equipe epidemiológica da prefeitura acompanham os familiares da adolescente, para checar se eles também apresentam algum sintoma da nova gripe. O menino está internado no Hospital Municipal de Foz e apresenta um quadro estável de saúde. A família dele também é acompanhada por equipes da prefeitura.

No Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, foram colhidas amostras de um paciente que morreu na madrugada de sexta-feira (17). Segundo a assessoria de imprensa do hospital, os familiares afirmaram que o homem de 40 anos estava gripado.

O nome do paciente não foi divulgado a pedido da família. O homem chegou bastante debilitado ao hospital e morreu logo depois de ser internado. O atendimento está normal no Angelina Caron e não foi feito nenhum tipo de isolamento ou desinfecção no local. O resultado que pode comprovar se o homem estava infectado com o vírus A H1N1 deve ficar pronto em até dez dias.

Tratamento

As pessoas que estiverem com os sintomas da nova gripe podem procurar qualquer hospital de médio ou grande porte - públicos ou privados. Isso porque esses locais possuem áreas de isolamento para esses pacientes, para que não haja contaminação de outros doentes. No entanto, os hospitais de referência são públicos, pois são ligados diretamente ao ao Ministério da Saúde.

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