i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Motim em Cascavel

Após o fim da rebelião, sete presos estão desaparecidos em Cascavel

Estado ainda não se sabe o que aconteceu com eles. Cenário é de destruição na penitenciária

  • PorFolhapress
  • 26/08/2014 17:20
A sigla da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi vista em várias áreas da penitenciária após o motim | Marcelino Duarte / Gazeta do Povo
A sigla da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi vista em várias áreas da penitenciária após o motim| Foto: Marcelino Duarte / Gazeta do Povo

O cenário encontrado na Penitenciária Estadual de Cascavel (Oeste do Paraná), onde uma rebelião iniciada no domingo (24) e que se arrastou por cerca de 44 horas, é de completa destruição. Na tarde desta terça-feira (26), o Depen (Departamento Penitenciário do Estado) autorizou o acesso da imprensa ao local, onde cinco presos foram assassinados e 25 ficaram feridos.

Sete presos estão desaparecidos, e ainda não se sabe o que aconteceu com eles. "Podem estar mortos, ter fugido ou estar escondidos em algum local no interior da unidade", afirmou o diretor do Depen, Cezinando Paredes.

O diretor não descarta que os corpos dos desaparecidos estejam carbonizados em uma ala onde os agentes ainda não entraram por haver riscos de desabamento. No local, funcionava uma fábrica de botinas que foi incendiada durante a rebelião.

O cenário na penitenciária parece de guerra, com destruição de praticamente todas as celas.

Durante todo o dia, agentes penitenciários retiraram armas artesanais, chamadas de estoques, que foram usadas para manter presos reféns e decapitar dois detentos.

Outros três presos morreram ao ser lançados do telhado do presídio, de aproximadamente 15 metros de altura.

Roupas, calçados, livros, comida, colchões queimados e materiais de higiene se misturavam com muita sujeira espalhadas pelo chão.

Imagens religiosas podem ser vistas nas paredes ao lado de inscrições da sigla PCC (Primeiro Comando da Capital), facção com raízes em São Paulo. Alguns amotinados se identificaram como integrantes da facção criminosa.

Um agente penitenciário que preferiu não se identificar relatou que as portas dos corredores que dão acesso às galerias onde estão as celas eram todas automáticas, mas que conforme começavam a apresentar problemas eram transformadas em manuais. "Não tem investimento por parte do Estado", diz.

A varredura no local deve demorar pelo menos dez dias, segundo o diretor do Depen. Depois, serão feitos laudos que irão apontar o que foi avariado para dar início a um processo de licitação para reformar a unidade prisional.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.