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Tragédia do Airbus

Avião não se partiu em voo, diz relatório

Segundo análise preliminar do BEA, a aeronave da Air France caiu de forma vertical no Oceano Atlântico

  • PorFolhapress
  • 02/07/2009 21:14
Allain Bouillard: A-330 estava inteiro até tocar na água | Benoit Tessier/Reuters
Allain Bouillard: A-330 estava inteiro até tocar na água| Foto: Benoit Tessier/Reuters

O documento

Veja o que diz o relatório preliminar da queda do Airbus A-330 da Air France:

Principais pontos

- Avião não explodiu no ar: caiu de forma vertical no Oceano Atlântico

- Deformação no assoalho da aeronave mostra que ela tocou o mar ainda inteira, mas em alta velocidade.

- Os sensores de velocidade (pitots) foram um dos fatores, mas não o principal motivo para a queda.

- O avião estava impossibilitado de voar no piloto automático no momento da queda devido a falha no sistema que informa sobre velocidade, vento ou direção.

Dúvidas que permanecem

- A queda foi gradual ou brusca?

- Qual foi o ângulo da queda?

- Houve despressurização da cabine?

- O piloto desviou da zona de tráfego aéreo?

Fonte: Folhapress

SÃO PAULO - O avião da Air France que fazia o voo 447 e caiu no Oceano Atlântico no dia 31 de maio não se partiu em voo, e sim caiu de forma vertical na água, segundo relatório preliminar do Escritório francês de Investigação e Análise (BEA) divulgado ontem, em Paris, na França. A aeronave fazia a rota Rio-Paris e transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades. O avião caiu no oceano Atlântico, a cerca de 1,5 mil quilômetros do Recife.

Em nota, a Air France ressaltou a importância do relatório do BEA tanto para a empresa quanto para as famílias. Entretanto afirmou ser primordial encontrar as caixas-pretas para determinar as causas do acidente. O relatório menciona que os pilotos do Airbus tentaram, por três vezes, fazer contato com um sistema de dados do controle de tráfego aéreo de Dacar, no Senegal.

Alain Bouillard, do BEA, afirmou que Dacar não chegou a receber oficialmente dos controladores de tráfego aéreo do Brasil o plano de voo do Airbus. "Isso não é normal", afirmou. Ele também afirmou que será investigado o motivo pelo qual se passaram seis horas do desaparecimento da aeronave até que fosse emitido um sinal de emergência.

Queda

"A deformação no assoalho do avião mostra que a aeronave tocou na água ainda inteiro e com muita velocidade", diz Bouillard. "Além disso, todas as prateleiras e suportes também foram empurrados para o fundo."

Segundo ele, coletes salva-vidas encontrados entre os destroços do avião não estavam acionados. Desde 6 de junho, foram encontrados 640 elementos do avião. "Os elementos identificados provêm de várias partes do avião", afirma o órgão. Os investigadores também relataram que os sensores de velocidade foram um fator, mas não a causa primordial para a queda do avião da Air France.

Bouillard, do BEA, disse também que o avião estava impossibilitado de voar por meio do sistema de piloto automático no momento da queda. Ele afirmou que isso ocorreu em razão de o sistema de piloto automático não estar recebendo informações sobre velocidade, vento ou direção.

Ansiedade

Em nota divulgada após o relatório preliminar do BEA, a Air France informou que assim como as famílias está ansiosa para entender melhor as circunstâncias desta tragédia. A empresa agradece as autoridades francesas que continuam nas buscas e as equipes brasileiras. Todos os pontos levantados pelo BEA serão levados em consideração pela Air France, segundo a nota, e a empresa ressaltou que a segurança em voo é sua preocupação primordial.

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