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Apesar de redução

Brasil ainda tem quase 68 mil novos casos de tuberculose por ano

Em 2014, país teve uma média de 33,5 casos da doença a cada 100 mil habitantes, o que corresponde a 67.966 novos casos. Dez anos antes, essa proporção era de 43,4

    • brasília
    • Folhapress
    • 23/03/2015 15:31

    Apesar de uma redução na última década, o Brasil ainda registra cerca de 68 mil casos de tuberculose por ano, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (23).

    Em 2014, o país teve uma média de 33,5 casos da doença a cada 100 mil habitantes, o que corresponde a 67.966 novos casos. Dez anos antes, essa proporção era de 43,4.

    Neste período, também houve queda na taxa de mortalidade, que passou 2,9 óbitos a cada 100 mil habitantes para 2,3 óbitos a cada 100 mil habitantes. Os dados foram divulgados em evento na Câmara dos Deputados em referência ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, que ocorre nesta terça-feira (24).

    Mesmo com a redução, o Brasil ainda se mantém no 16º lugar no ranking de países com maiores índices de tuberculose, doença que atinge principalmente populações com menor acesso aos serviços de saúde - como a população indígena, presidiários e moradores de rua. A tuberculose também é ainda a primeira causa de morte entre as doenças infecciosas em pacientes portadores de HIV.

    Hoje, 80% dos casos de tuberculose estão concentrados em 22 países, incluindo o Brasil. Até 2025, a meta é reduzir em 50% a incidência de novos casos e em até 75% a taxa de mortes em decorrência da doença, segundo acordo firmado com a Organização Mundial de Saúde.

    Falta de vacinas

    A redução no número de casos, no entanto, ainda esbarra na dificuldade de fornecer mecanismos de prevenção à doença, segundo Carlos Basilio, do Observatório Tuberculose Brasil.

    Uma das estratégias, a vacina BCG, aplicada em recém-nascidos, está em falta em unidades básicas de saúde em ao menos seis Estados do país desde o início deste ano, segundo a Folha de S.Paulo divulgou na última semana.

    Em outros locais, os estoques estão baixos e secretarias de saúde já passam a aplicar as doses apenas após agendamento como forma de evitar o desperdício.

    Segundo o ministro Arthur Chioro, a redução no fornecimento ocorreu devido a um problema no processo de produção das vacinas, causado pela necessidade de adequação do fornecedor a exigências de qualidade e à uma “intermitência” no abastecimento de água.

    A situação, no entanto, já está regularizada, afirma. A estimativa é que sejam disponibilizadas 1 milhão de doses ainda neste mês.

    O principal sintoma da tuberculose é a tosse por mais de três semanas, além de febre, cansaço e dores no peito. O tratamento, assim que a doença é diagnosticada, dura cerca de seis meses e está disponível no SUS.

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