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 | Divulgação/Ministério da Saúde
| Foto: Divulgação/Ministério da Saúde

As redes de televisão britânica BBC e a americana CNN repercutiram a decisão do ministro da saúde, Alexandre Padilha, de retirar a campanha contra a Aids direcionada para prostitutas.

A CNN relata em um texto publicado em seu site que "a prostituição é legalizada" e que será mantida durante a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.

Confira parte do material da campanha

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a exoneração do diretor do Departamento de DSTs, Aids e Hepatites Virais do ministério, Dirceu Greco.

A campanha foi lançada no último fim de semana nas redes sociais pelo departamento dirigido por Greco. Entretanto, ontem, Padilha recuou e disse que a campanha ainda depende de aprovação.

O ministério disse em nota que a peça "não foi aprovada pela Assessoria de Comunicação Social, como ocorre com todas as campanhas". A pasta acrescentou ainda que a campanha foi elaborada a partir de oficina de comunicação comunitária conduzida pelo Departamento de DSTs com representantes desse público alvo.

Os veículos de imprensa citam que a campanha teve o objetivo promover o sexo seguro e reduzir o preconceito contra os profissionais do sexo.

A CNN ainda destacou os cursos de inglês da cidade de Belo Horizonte destinados a garotas de programa que se preparam para os próximos grandes eventos. Na cidade de Belo Horizonte, as prostitutas estão se alinhando para aulas gratuitas de inglês para que possam se comunicar com os clientes. Material da campanha do Ministério da Saúde

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