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Co-piloto fez curso em Curitiba

  • PorViviane Favretto
  • 06/11/2007 19:54

Curitiba – Alberto Soares Júnior, 25 anos, co-piloto do Learjet 35A que caiu domingo à tarde sobre casas em São Paulo (SP), fez o curso superior de Piloto Comercial na Universidade Tuiuti do Paraná. Natural de Piracicaba (SP), ele ingressou na instituição em 2001 e concluiu o curso em 2003. Somente Alberto e o piloto Paulo Roberto Montezuma Firmino, 39 anos, estavam na aeronave. Os dois e mais seis pessoas que estavam em uma das casas atingidas morreram no local. O corpo de Alberto foi sepultado ontem no Cemitério Parque da Ressurreição, em Piracicaba.

Eneida Ribas, mãe de Tiago Ribas, que estudou com Alberto, disse que quando soube da morte do colega do filho lembrou da mensagem de despedida impressa no convite de formatura da turma. Para ela, o texto é bastante significativo. A parte final diz: "A saudade permanecerá para sempre, até que, um dia, possamos reencontrar-nos novamente; em qualquer tempo, em qualquer espaço, em qualquer direção. Mas que sejam vocês!"

José Dimas Novais Patriota, coordenador do curso de Piloto Comercial da Tuiuti e professor de Meteorologia, confirmou ontem a passagem de Alberto pela instituição. Ele explicou que o curso – atualmente com duração de dois anos – é dividido entre a formação acadêmica (oferecida pela Tuiuti) e a prática (de responsabilidade da Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac).

Além de permanecer na universidade por quatro semestres, o aluno deve fazer 150 horas de vôo para obter da Anac a licença que o torna habilitado para trabalhar comercialmente como piloto. A partir deste momento, o profissional está pronto para trabalhar em empresas com aviões de pequeno porte, normalmente as que prestam serviço de táxi aéreo. Segundo Novais, Alberto Soares Júnior obteve a licença da Anac este ano, depois de ter concluído a formação acadêmica em 2003.

O professor contou que o curso de Piloto Comercial tem boa procura, mas oferece uma dificuldade: o alto custo da hora de vôo. Ele explicou que o aluno gasta cerca de R$ 12 mil na formação acadêmica, mas ainda precisa desembolsar R$ 37,5 mil com as aulas de vôo. Uma hora de aula custa R$ 250.

Novais disse que a expectativa é que a Anac ofereça algum incentivo que torne mais acessível o custo da hora de vôo. De acordo com ele, a aviação está precisando de pilotos. "Um piloto com boa experiência tem um salário mensal de R$ 10 mil a R$ 15 mil", lembrou o professor.

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