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Entrelinhas

Podem espalhar

  • PorCláudio Feldens – entrelinhas@gazetadopovo.com.br - colaboração de José Carlos Fernandes
  • 25/09/2010 21:02
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O sinaleiro de pedestres com contador de tempo restante instalado na es­­quina da Muricy com o Calçadão da XV foi aprovado pela população. Com ele o pedestre não precisa atravessar correndo com medo de ser atropelado por algum motorista apres­­sadinho. Basta verificar quanto tempo ainda resta e atravessar "na boa", como disse um aposentado que não quis arriscar quando faltavam menos de 10 segundos. "Podem espalhar pela cidade", recomendou o cidadão. Ouviu, Prefeitura?Conversa afiada

Três carrinheiras

Silvana dos Santos, 20 anos e Zenilda Padilha, 23, são de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Paraná; Juliana Patrite, 25, é de Palmas, no Sul. As duas primeiras são egressas da favela Vila Savana e Juliana ainda mora na Sociedade Barracão, em vias de ser reassentada no Ganchinho. Em comum, além da vida carrinheira, as três têm o projeto Eco Cidadão, em funcionamento em uma dezena de espaços da periferia. Nesses centros de triagem criados pela prefeitura, em parceria com ONGs, essas jovens estão descobrindo a arte e a ciência da reciclagem.

O que vocês estão aprendendo no barracão de reciclagem?

Silvana: Eu vim visitar o Eco Cidadão e me ofereceram trabalho. Aqui sou autônoma e ganho R$ 300 por quinzena. Estou na fila de espera da casa própria. Ao me tornar profissional da reciclagem acho que vou melhorar.

Zenilda: Na Vila Savana, eu trabalhava no depósito do seu João, onde ganhava R$ 100 por semana. Era divertido. Tenho dois filhos e, ao sair de lá, pensei que ia passar dificuldade. Eu não sabia reciclar como o pessoal do Eco ensina. Aprendi bastante. Sigo uma planilha: não imagina que existiam tantos tipos de plástico.

Juliana: Ainda moro na Sociedade Barracão e cato papel na rua. Estou nessa atividade desde 2004. O Eco Cidadão virou um complemento de renda. É bacana. Quando o lixo não presta a gente grita: "Vai para a Caximba". Mas a situação de minha comunidade é difícil. Sem um barracão desses no local onde querem nos levar, no ganchinho, vai ser difícil a gente sobreviver.

Pintcher voador

Um pequeno Fiesta transitava na quarta-feira pela Avenida Iguaçu levando no interior um serelepe pintcher. Provavelmente entediado com a longa viagem, ele encontrou uma distração: se empoleirava na tampa do porta-malas e, quando o carro freava, se lançava até o banco da frente. A brincadeira pode até divertir, mas põe em risco a direção do motorista. E é proibida pelo Código de Trânsito Brasileiro.

* * * * *

"Verdadeiro amigo é aquele que se doa sem a intenção da recompensa."

João Darcy Ruggeri, advogado e escritor paranaense.

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