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As campanhas desenvolvidas por ONGs e voluntários para a posse responsável de animais estão surtindo efeito, ao que parece. As pessoas já adotam animais comuns, vira-latas que antes tinham como único destino as ruas da cidade. Quando um desses animais desaparece, os donos – ou poderíamos chamar de amigos – saem à sua procura. Como fez essa família, que distribuiu cartazes (foto) pelos bairros da zona norte de Curitiba em busca da viralata Ximbica, de 3 anos. Demons­­tração de amor e responsabilidade.

Minha sugestão

"Eu queria aproveitar a campanha política para sugerir aos candidatos a governador a melhor maneira de cuidar da segurança. Dêem escola boa aos nossos filhos, ofereçam espaços para esporte e lazer, criem mais vagas de emprego... Se isso tudo funcionasse, não precisaria contratar mais policiais. Quando tem algo de bom para fazer, o jovem não vira bandido."

Marlene, 43 anos, "quase professora" de Piraquara.

Não dá mesmo?

A região no entorno do Terminal do Guadalupe, no Centro de Curitiba, foi escolhida por dezenas de moradores de rua que tentam conseguir alguma ajuda. O fato é que essas pessoas – homens e mulheres de todas as idades – ficam prostradas nas calçadas, normalmente com uma garrafa de cachaça ao alcance. Permanecem ali, segundo uma delas, porque dá para "filar um almoço" na Fundação de Ação Social, a FAS. Aliás, será que a FAS não pode realmente fazer nada para ajudar essa gente?

Contenda amistosa

Ainda bem que os porta-bandeiras "do Beto" e "do Osmar" se dão bem, brincam entre si e não estão ligando muito para a disputa política em si. Ontem, no trecho da André de Barros, do lado da Praça Rui Barbosa, os "do Osmar" e os "do Beto" haviam se posicionado alternadamen­te. Parecia ensaiado: uma bandeira do 12, outra do 45, ao longo de toda a praça. E todos conversando entre si, brincando, fazendo piada. Assim fica um pouco mais fácil de aguentar sua presença.

Fita métrica

A prefeitura de Curitiba deve achar que os curitibanos só dirigem aquele minicarro, o Smart. É que as novas faixas desenhadas em várias ruas são tão estreitas que não cabem os automóveis "normais". A Rua Professor Fernando Moreira e a Padre Agostinho são apenas dois exemplos onde isso ocorre. Caminhonetas maiores, como as Hilux ou S-10, ficam com as rodas sobre as faixas, e por isso são multadas pela Diretran.

Biodiversidade

As escolas Bom Jesus, Sion, Opet, Positivo, Bastos Maia, Saint German e Expoente se uniram num projeto inédito. Juntas, as sete instituições afiliadas à Unesco apresentam a exposição Biodiversidade, de 21 a 28 de setembro, em todas as unidades participantes, simul­­taneamente. A mostra é com­­posta por 70 trabalhos, produzi­­dos por alunos da 4.ª série do Ensino Fundamental, nas áreas de Artes (telas) e Língua Portu­­guesa (redações). A iniciativa visa estimular a formação de cidadãos conscientes de seu papel social e de suas respon­­sabilidades com o planeta em que vivem e as pessoas com as quais convivem.

Turismo colonial

A Linha Turismo Caminho do Vinho, na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais, está com novidades. A partir do dia 25, ela passará a funcionar aos sábados e domingos com saídas do Shopping São José. Nos sábados são três partidas, encerrando com café colonial, e duas rotas aos domingos, iniciando com almoço. Cada parada dura em média 20 minutos aproximadamente, tempo para se conhecer o lugar e fazer algumas compras. Às refeições tem uma hora de parada, e são pagas à parte no próprio empreendimento rural.

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"A vida é uma série de colisões com o futuro, não é uma soma do que temos sido, e sim do que desejamos ser."

José Ortega y Gasset, filósofo espanhol.

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