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Transporte público

Com vale pago, motoristas e cobradores descartam nova paralisação de ônibus

O sindicato que representa os trabalhadores (Sindimoc) confirmou no sábado (23) que as 30 empresas que operam os sistemas urbano e metropolitano quitaram o pagamento do vale

  • PorNaiady Piva
  • 24/01/2016 18:00
 | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

O pagamento do adiantamento salarial dos motoristas e cobradores adiou para fevereiro o risco de uma nova greve no transporte público de Curitiba e Região Metropolitana. O sindicato que representa os trabalhadores (Sindimoc) confirmou neste sábado (23) que as 30 empresas que operam os sistemas urbano e metropolitano quitaram o pagamento do vale. O sindicato dos empresários (Setransp) informou o pagamento já nesta sexta-feira (22).

O Sindimoc aguarda que o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT) cobre a multa de R$ 30 por empregado das empresas que pagaram o vale em atraso. As atenções voltam-se para o dia 5 de fevereiro. O quinto dia útil do próximo mês é o prazo para pagamento do salário de janeiro.

Além disso, fevereiro é o mês da data-base da categoria. Ou seja, é o prazo para empregados e empresas firmarem novo acordo salarial. Caso motoristas e cobradores rejeitem a proposta apresentada, a negociação pode resultar em greve.

Aumento da tarifa

Cerca de 50 estudantes se reuniram no Calçadão da Rua XV, em Curitiba, na última sexta-feira, para protestar contra um possível aumento da tarifa. O movimento rejeita a passagem a R$ 3,80. Técnicos da prefeitura de Curitiba estariam estudando este novo valor, o que representa um aumento de R$ 0,50 por tarifa.

Novo protesto está marcado para a próxima quarta-feira (27), às 17 horas, com concentração na Estação Central. A prefeitura não confirmou oficialmente que irá aumentar a tarifa. No entanto, o contrato de concessão entre Urbs e empresas prevê uma renegociação dos valores cobradores todo mês de fevereiro.

As empresas alegam que o valor pago atualmente já estaria defasado. Os empresários defendem uma tarifa técnica - que seria o valor de custo do sistema – a R$ 3,99. O valor pode ficar ainda maior, caso haja reajuste salarial para motoristas e cobradores.

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