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Homenagem

Em Antonina, Francisco Cunha Pereira é lembrado em samba-enredo

Escola de Samba do Batel presta homenagem ao ex-diretor-presidente do Grupo GRPCom e à Gazeta do Povo, tradicionais representantes da comunicação paranaense

  • Carolina Pompeo
 
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"Amanheceu! / É mais um dia de emoção / É carnaval, eu sou o "Astro" da comunicação!". É com essa estrofe que a Escola de Samba do Batel, uma das mais tradicionais de Antonina, entra na avenida neste domingo (15) de carnaval homenageando os Franciscos do Brasil, entre eles Francisco Cunha Pereira Filho, diretor-presidente do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom) até seu falecimento, em 2009.

"A ideia da escola é prestar uma homenagem aos Franciscos que, de alguma maneira, contribuíram para a construção do nosso país e do Paraná. Aqui no estado, quando se fala em comunicação, todo mundo lembra o doutor Francisco e a Gazeta do Povo. São os representantes tradicionais da comunicação paranaense", explica Mário de Castro, presidente da Batel. Entre os outros Franciscos reverenciados estão Chico Mendes (ativista ambiental), Francisco Alves (cantor), Aleijadinho (escultor cujo nome era Antônio Francisco) e Chiquinha Gonzaga.

Com dez alas e três carros alegóricos, o carro que homenageia Cunha Pereira, o abre-alas, vem repleto de referências à Gazeta do Povo e ao jornalismo. Os foliões, inclusive, serão surpreendidos com um agrado: a comissão de frente, fantasiada de jornaleiro, deve distribuir exemplares da "Gazeta Batelense", impressa no formato original da Gazeta do Povo nas máquinas do próprio jornal. O exemplar carnavalesco relembra a história de quase sete décadas da Batel.

Dificuldades

No carnaval em que a Escola de Samba do Batel completa 68 anos (segunda-feira, dia 16), Castro lamenta as dificuldades enfrentadas para estar presente na avenida todos os anos. "É uma luta durante todo o ano. Nós nos organizamos para levantar dinheiro através de promoções, brechós e aluguel do barracão", explica. Segundo ele, o investimento no desfile é de cerca de R$ 40 mil reais.

Nesse ano, três das seis escolas de Antonina não irão desfilar por não conseguirem verba para preparar a apresentação, fantasias e carros alegóricos – a Brinca para Não Chorar, a Filhos da Capela e a Batuqueiros do Samba. "É uma pena, porque o carnaval de rua de Antonina é tradicional, é conhecido pelos desfiles", conclui

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