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A reportagem ouviu sete diretores de colégios estaduais – seis dos quais a Gazeta do Povo já havia ouvido no início de 2015, antes da deflagração da greve. Eles relataram problemas de falta de estrutura, com casos pontuais de melhora. Em uma escola estadual do Boqueirão, em Curitiba, por exemplo, faltam ao menos seis funcionários da área de limpeza, da cozinha e aqueles que cuidam do acesso dos alunos, além de um pedagogo, segundo o diretor, que preferiu não se identificar. “Vamos voltar às aulas, mas vai continuar muito corrido. Desde o começo do ano não melhorou em nada”, diz.

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No Colégio Estadual Santa Gemma, no Boa Vista, o número de funcionários aumentou, mas ainda não é o ideal. A diretora Paulla Helena Silva de Carvalho diz que precisa de pelo menos mais um funcionário. Pior do que isso são as condições financeiras do colégio. “Não recebemos ainda a verba do fundo rotativo de novembro e dezembro de 2014 e estamos com dívidas. A verba de 2015 ainda não foi paga por completo”, reclama.

O número de funcionários do Colégio Estadual Cecília Meireles, no Bairro Alto, é o suficiente, mas o diretor João Alberto de Souza teme que a escola perca quatro funcionários de serviços gerais. Desde o início do ano ele tem recebido o mapa de servidores da instituição, enviado pela Seed, que mostra esses funcionários como “em excesso”. “Já ameaçavam cortar no começo do ano. Se isso vier a acontecer, não tem como atender aos alunos”, alerta.

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