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Curitiba

Família de rapaz assassinado em posto de gasolina pede paz em manifestação

Manifestação começou por volta das 15h30 em frente à casa da vítima, no Bairro Alto. De lá, o protesto seguiu até o estabelecimento onde o rapaz foi assassinado, no bairro Jardim Social

  • PorAngieli Maros e Patrícia Pereira
  • 06/04/2013 13:51

Amigos e familiares de Everton Justino dos Santos, assassinado em um posto de gasolina de Curitiba no último sábado (30), realizaram uma passeata na tarde deste sábado (6) para pedir paz e justiça. A caminhada começou por volta das 15h30 em frente à casa da vítima, na Rua Dante Angelote, 460, no Bairro Alto. De lá, o protesto seguiu até o estabelecimento onde o rapaz foi assassinado, no bairro Jardim Social.

Segundo a ex-namorada do rapaz, Vanessa Rocha, cerca de cem pessoas participaram da caminhada, que foi acompanhada por agentes da Polícia Militar. Grande parte dos manifestantes usava roupas brancas e carregava faixas e cartazes com pedido de justiça.

Por volta das 16h30 o protesto já havia sido finalizado.

O crime

O rapaz, de 26 anos, foi até a loja de conveniências do posto, que fica no bairro Jardim Social, em Curitiba, para comprar cerveja, acompanhado da irmã e de um amigo. No local, ele teria discutido com um segurança, que atirou contra ele, conforme a Delegacia de Homicídios. Everton foi atingido por dois tiros, um na cabeça e um no peito. "Meu irmão já estava dentro do carro, indo embora, quando ele veio e atirou. Meu irmão não teve chance de defesa nenhuma", disse Juliana dos Santos, irmã da vítima, que também estava dentro do carro. "Nada justifica ele ter atirado, se meu irmão discutiu, ele deveria ter chamado a polícia, não tirado uma vida", completou. Everton chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu.

Logo depois do crime, policiais da Homicídios foram até o local, mas, lá, funcionários disseram que nada havia acontecido, como registrado no boletim de ocorrência. A polícia informou que ainda não recebeu as imagens das câmeras de segurança e que há pelo menos dez, cinco delas dentro da loja de conveniências. A reportagem tentou entrar em contato com o estabelecimento, mas o responsável não foi encontrado.

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