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Gaeco vai acompanhar investigações sobre mortes em Londrina

  • PorDiego Ribeiro, Felippe Aníbal e Marcus Ayres, especial para a Gazeta do Povo
  • 01/02/2016 22:00

As investigações sobre a série de mortes registrada em Londrina serão acompanhadas pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Uma das hipóteses é de que alguns dos homicídios tenham ocorrido em retaliação à morte do policial Cristiano Luiz Bottino. “Se for o caso, faremos também investigações próprias a respeito. O que mais importa é sabermos efetivamente quem cometeu esses crimes”, disse o coordenador estadual do Gaeco, procurador Leonir Batisti.

A força-tarefa da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) fez alguns levantamentos nesta segunda-feira (1º) e refez a análise dos locais onde os crimes ocorreram. Policiais consultados pela reportagem informaram que, até agora, não há indícios de que os assassinatos estejam relacionados entre si. Não há elementos que afastem ou comprovem a participação de policiais nos homicídios.

“Os crimes ocorreram em regiões diferentes. Foram usadas munições 9 milímetros, calibre .380, .40 [munição de uso restrito à forças policiais]... Ainda não podemos descartar nada”, disse um policial. “Mas temos boas chances de esclarecer cada um dos casos”, completou.

A polícia vai começar a ouvir testemunhas dos crimes nos próximos dias. Segundo as investigações, cinco dos civis mortos no último fim de semana tinham passagem pela polícia. Entre eles, um rapaz de 22 anos, que morava em Ibiporã. Ele teria sido morto em confronto com policiais militares, quando estaria voltando de um assalto em Sertanópolis. Até a noite desta segunda-feira, a Sesp não havia divulgado a prisão de nenhum suspeito.

A Sesp também adiantou que vai investigar a origem de boatos espalhados por internet ou celulares. “ Já solicitei ao departamento de inteligência e ao serviço reservado da Polícia Militar e Polícia Civil para que façam uma investigação específica desses indivíduos. Isso também é crime”, disse o secretário da Sesp, Wagner Mesquita.

Sem relação com Curitiba

Consultados pela Gazeta do Povo, agentes que integram a força-tarefa da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) afastaram qualquer possibilidade de os assassinatos ocorridos no último fim de semana em Londrina estarem relacionados à série de mortes de policiais militares registradas na região de Curitiba. Só neste ano, cinco policiais foram assassinados e outros seis sofreram ataques. A Sesp também nega que os atentados tenham sido cometidos por facções criminosas.

“O número de policiais militares mortos nas últimas semanas é completamente anormal, mas os indícios apontam que foram casos pontuais, sem relação entre si e sem relação com Londrina”, disse um policial.

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