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São Paulo

Garoto teria ido à escola após matar a família, diz a polícia

O carro de Andreia foi localizado a alguns metros da casa da família, próximo à escola onde Marcelo estudava

  • PorAgência O Globo
  • 06/08/2013 14:13

A polícia trabalha com a hipótese de um adolescente de 13 anos ter sido o autor da morte dos pais, da avó materna e de uma tia e, depois, ter cometido suicídio em Brasilândia, Zona Norte de São Paulo. O corpo do garoto e das outras vítimas foram encontrados ontem em duas casas da família situadas em um mesmo terreno. A informação foi dada pelo comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Benedito Roberto Meira. A polícia informou ainda que o garoto, após cometer os crimes teria ido à escola e, depois, tirado a própria vida.

Todas as cinco vítimas - o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini; a mulher dele, cabo da PM Andreia Regina Bovo Pesseghini; a mãe da PM, Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos; a tia da PM, Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos; e o filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos - foram mortas com um tiro na cabeça, segundo a polícia.

O carro de Andreia foi localizado a alguns metros da casa da família, próximo à escola onde Marcelo estudava. Em entrevista ao SPTV, Meira afirmou que imagens de câmeras de segurança da rua mostram uma pessoa estacionando o veículo de Andreia, no início da madrugada, nas proximidades. A pessoa sai do veículo às 6h30 de segunda-feira, com uma mochila e entra no Colégio Stella Rodrigues. A polícia trabalha com a possibilidade de que a pessoa em questão era Marcelo.

"A imagem que nós temos é de uma pessoa estacionando esse veículo a 1h15 da manhã, e às 6h30 da manhã uma pessoa desce desse veículo, coloca uma mochila nas costas e vai em direção à escola. O que leva a deduzir que essa pode ser o garoto Marcelo", afirmou Meira.

Da escola, o garoto teria voltado de carona com o pai de um amigo de classe, mas, no meio do caminho, pediu para pegar "uma coisa" no carro da mãe. O pai do amigo teria dito à polícia que, neste momento, perguntou ao garoto se estava tudo bem. Ainda segundo informações da polícia, essa testemunha contou ter parado na porta da casa do garoto e buzinado para chamar os pais dele, antes de deixá-lo sair do carro. O menino, no entanto, teria dito para ele não buzinar, pois o pai estaria dormindo. Em seguida, ele se despediu e entrou no imóvel, onde teria se matado em seguida.

A direção da Stella Rodrigues, onde Marcelo estudava, não quis se manifestar.

A arma estava debaixo do corpo do adolescente

Segundo o boletim de ocorrência, o garoto encontrado morto "empunhava a arma na mão esquerda, debaixo do corpo", o que, para a polícia, reforça a tese de que ele matou os familiares e, depois, tirou a própria vida.

"O menino era canhoto, e o disparo foi feito do lado esquerdo da cabeça dele, e a arma estava debaixo do corpo do adolescente", falou Meira, ressaltando, porém, que outras linhas de investigação podem aparecer nos próximos dias.

Meira descartou na madrugada desta terça-feira que a família tenha sido vítima de um ataque ou de uma retaliação por parte de alguma organização criminosa.

"O que a gente descarta em um primeiro momento é um ataque, uma retaliação de qualquer tipo de facção (criminosa), pelas características do que foi encontrado no local. Não tem nenhum objeto revirado, o armamento foi o mesmo em todas as mortes e não tinha sinal de arrombamento", disse.

Segundo o comandante da PM, ao menos duas armas foram apreendidas na residência, um revólver calibre 32, encontrado em uma mochila junto com outros pertences do menino logo na porta de entrada, e uma pistola calibre 40, de propriedade da Polícia Militar, mas que estava de posse da cabo Andreia. Os crimes, segundo a PM, teriam sido cometidos com a pistola 40.

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