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Comportamento

Hoje é dia de lembrar dos amigos

Veja histórias de amizade que sobrevive a tudo – distância, casamento e o passar do tempo

  • PorTatiana Duarte e Mariana Domakoski, especial para a Gazeta do Povo
  • 19/07/2009 21:08
“Agora, mesmo longe, sei que posso contar com ela sempre que precisar”, Valquíria Oliveira Santos, sobre a amiga Darla Cristina | Pedro Serápio/Gazeta do Povo
“Agora, mesmo longe, sei que posso contar com ela sempre que precisar”, Valquíria Oliveira Santos, sobre a amiga Darla Cristina| Foto: Pedro Serápio/Gazeta do Povo

Muito mais que uma lista de contatos

As amizades não são mais as mesmas que as de tempos atrás. Hoje em dia, é comum troca de interesses e listas de contatos serem confudidas com amizade, afirma a psicóloga Lígia Guerra. "Conheço muitas pessoas com listas gigantescas de contatos, mas que não têm um amigo para ligar aos fins de semana", diz.

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Os filhos crescem, casamentos são desfeitos, a vida se transforma constantemente, mas há sempre um amigo que sobrevive a qualquer mudança. Independentemente de idade, distância, interesses comuns, situação financeira ou religião, amigos de verdade são aqueles que, mesmo que passem tempos sem se ver, quando se encontram têm a mesma sensação de cumplicidade e ternura.

No Dia do Amigo, comemorado em vários países neste 20 de julho, a administradora Valquíria Oliveira Santos completa seu 32º aniversário. Hoje será uma das poucas vezes, nos últimos dez anos, que ela vai apagar as velinhas longe da amiga Darla Cristina Schuhli, 27 anos. As duas estão longe há cinco meses, após Darla ter se casado e decidido morar em Salvador (BA).

Valquíria, que tem família em Telêmaco Borba, mora com os pais de Darla em Curitiba. Foi morar com a amiga assim que começou a procurar casa na capital. "O nosso vínculo aumentou depois que fomos morar juntas. Agora, mesmo longe, sei que posso contar com ela sempre", diz.

Ficar bem próximo, a ponto de não separar o convívio pessoal do profissional, é a marca da amizade dos cineastas Luciano Coelho, 38 anos, e Marcelo Munhoz, 37. Foi justamente num trabalho, durante a produção do filme O Fim do Ciúme, que os dois se conheceram, há nove anos. A parceria resultou no projeto Olho Vivo, que há seis anos oferece oficinas de cinema. "Compartilhamos alegrias e descascamos abacaxis também. Se um dia a parceria profissional acabar, a amizade fica", diz Marcelo.

Foi o que ocorreu com as jornalistas Lílian Romão, 32 anos, e Maria Amélia Lonardoni, 31 anos. As duas se conheceram durante a faculdade, em 1996, desenvolveram projetos profissionais juntas, mas cada uma seguiu seu rumo.

Há um mês Lílian mora em São Paulo, aonde foi para trabalhar numa revista. Mas a distância nunca foi obstáculo. "A sensação é que ela está sempre por perto. Nossa conversa nunca fica desatualizada", diz.

Foi com 6 anos de idade que as amigas Ana Paula Souza e Bárbara Fontoura, hoje com 21 e 20 anos, se conheceram, em Londrina. "Eu vi a Bárbara pela primeira vez no elevador do meu prédio. Lembro dela encolhida atrás da mãe, com vergonha", conta Ana. Depois disso, viraram melhores amigas. Não estudavam na mesma turma, mas viviam uma na sala da outra. Lanchavam juntas no intervalo, patinavam e passeavam no clube.

Quando tinham 8 anos, Bárbara se mudou para Brasília. "Eu lembro que ficamos bem tristes. Mas minha mãe sempre falava que era bom, porque eu tinha um lugar novo pra passear", conta Ana. As cartas de até cinco páginas foram ficando para trás. Agora o e-mail e o Orkut são mais rápidos.

Mesmo com a distância – Ana agora mora em Curitiba – a amizade continuou, e ainda hoje a proximidade é a mesma. "Quando a gente se vê parece que o tempo não passou", diz Bárbara.

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