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Manifesto

Hosmany Ramos diz que não voltará a prisão após passar o Natal livre

Ex-cirurgião cumpre pena em regime semiaberto em Valparaíso. Em manifesto, ele faz denúncias sobre o sistema prisional

  • PorG1/Globo.com
  • 02/01/2009 11:03

O ex-cirurgião plástico Hosmany Ramos, de 61 anos, que cumpre pena em regime semiaberto na Penitenciária de Valparaíso, afirma que no sábado (3), às 17h, quando expirar seu benefício de saída no Natal, não voltará para a prisão.

Hosmany escreveu o que chamou de "Manifesto sobre a Realidade Prisional", em que faz denúncias sobre o sistema carcerário, como superlotação e más condições sanitárias e de atendimento médico aos presos.

O manifesto do ex-cirurgião foi distribuído nesta quinta-feira (2) a jornalistas, por um assessor de imprensa por ele contratado, em um hotel na região nos Jardins, em São Paulo. O assessor havia marcado no local uma entrevista coletiva em que Hosmany falaria à imprensa pessoalmente. Entretanto, o ex-cirurgião não apareceu e falou aos jornalistas por meio de um telefone celular, em viva voz.

Ele explica que o objetivo de não retornar à prisão é chamar a atenção para problemas do sistema penitenciário. Hosmany Ramos foi condenado a 43 anos de prisão pelos crimes de homicídio, seqüestro, roubo e tráfico de drogas, dos quais diz já ter cumprido 26 anos. Atualmente, ele cumpre pena em Valparaíso, a 564 km de São Paulo, em regime semiaberto.

Outro lado

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) informou que o prazo para que Hosmany retorne à prisão termina às 17h de sábado e que, depois disso, ele se tornaria um foragido, e a polícia passaria a procurá-lo. O preso perderia benefícios, voltando para o regime fechado.

A secretaria afirmou que pretende levar à Corregedoria Administrativa do sistema penitenciário as denúncias que ele fez à imprensa para que sejam apuradas.

Com relação à reclamação de superlotação, a SAP informou que, até 2010, está prevista a construção de 45 novas unidades prisionais no estado, abrindo mais 36 mil vagas no sistema. A SAP negou que existam casos de extorsão na prisão durante a atual gestão e disse que as condições de higiene nos presídios "operam dentro dos padrões".

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