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Imbróglio

Ibama definirá destino de leão apreendido em Maringá

Animal foi retirado de um criadouro em Monte Azul Paulista e levado para o Paraná pelo ex-dono do bicho. Criadouro alega que o leão foi doado. Ex-dono diz que foi uma doação provisória

  • PorFolhapress
  • 05/05/2014 17:41

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) definirá nesta semana se retira ou mantém o leão Rawell, levado de Monte Azul Paulista (400 km de São Paulo), no criadouro de seu ex-dono, em Maringá.

Segundo o superintendente do Ibama do Paraná, Jorge Augusto Calado Afonso, que cuida do caso, cogita-se levar o animal para um outro criadouro ou até mesmo um zoológico até que se defina a posse definitiva do felino.

Rawell, 9 anos, que pesa 300 quilos, foi levado do Criadouro Conservacionista São Francisco de Assis, em Monte Azul, na última quinta-feira (1.º).

Só foi encontrado dois dias depois, quando a polícia paranaense cumpriu mandado de busca e apreensão no local em que ele vivia em Maringá antes de ser doado para a entidade no interior paulista.

Ele foi levado de um estado a outro em uma carroceria de camionete, dentro de uma jaula.

A intermediação do Ibama será necessária porque o dono do local em que o leão está hoje, Ary Marcos Borges da Silva, que retirou o animal do centro em Monte Azul, segundo seu advogado, tem a documentação que comprova a posse do leão.

Ele, no entanto, o doou ao criadouro de Monte Azul, conforme documento do abrigo. O dono do local, Oswaldo Garcia Júnior, porém, não registrou o animal no Ibama.

Segundo o instituto, Silva, na condição de fiel depositário do felino, não poderia ter cedido ou doado o animal.

Nesta segunda-feira (5), ele se apresentou à polícia de Maringá, prestou depoimento e levou documentos que comprovam que ele é o responsável pela posse do animal desde 2008, autorizado pelo Ibama.

Independentemente de quem ficará com o animal, a polícia de Monte Azul registrou o caso como furto, de acordo com o delegado Carlos Arnaldo Nicodemos, que apura o caso.

Investigação

Ele disse esperar a documentação que será enviada pela polícia do Paraná, com detalhes do depoimento de Silva e um funcionário, que também participou do furto.

"O inquérito a princípio é de furto, mas só quando receber a documentação vou traçar a estratégia. Apesar de a doação ter sido irregular, o Oswaldo [Garcia Júnior] a recebeu de boa fé."

Joel Coimbra Filho, advogado de Silva, afirmou que, apesar do furto, seu cliente era o responsável pelo animal. "Ele deve responder pelo crime de exercício arbitrário das próprias razões [fazer justiças pelas próprias mãos], em liberdade", disse.

Afirmou ainda que Silva estava preocupado em ser responsabilizado por algo que pudesse acontecer ao leão.

O abrigo de Monte Azul recebeu, só neste ano, 20 animais levados pela Polícia Ambiental da região.

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