i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Curitiba

Laudo descarta ligação de acusado de pedofilia preso em shopping com caso Rachel

Resultado foi recebido nesta sexta-feira (18), pela Delegacia de Homicídios, que investiga o caso. Acusado já havia negado que matou a menina

  • PorFelippe Aníbal
  • 18/06/2010 17:00
Rachel Genofre foi assassinada em novembro de 2008 | Álbum de família
Rachel Genofre foi assassinada em novembro de 2008| Foto: Álbum de família

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) descartou a possibilidade de que Célio dos Santos Vieira, de 33 anos, seja o assassino da menina Rachel Genofre, de nove anos, que foi encontrada morta em novembro de 2008. Vieira foi preso no dia 6 de junho, em frente ao Shopping Palladium, em Curitiba, depois de ter sido reconhecido por um garoto de 12 anos, a quem o acusado teria abusado sexualmente.

O resultado do exame foi recebido nesta sexta-feira (18), pela Delegacia de Homicídios (DH), que investiga a morte da menina. O teste comparou o código genético de Vieira com o DNA do material encontrado no corpo de Rachel. O resultado negativo corrobora a versão de Vieira, que, logo após a prisão, teria negado a autoria do assassinato da menina.

Este tipo de averiguação faz parte de uma das linhas de investigação definidas pela delegada Vanessa Alice, segundo a qual toda pessoa acusada de pedofilia no estado deve ser submetida ao exame. Segundo a DH, mais de 50 pessoas presas acusadas de abusar de menores de idade foram submetidas ao teste. Até mesmo suspeitos de outros estados já tiveram seu material coletado para comparação com o do assassino de Rachel.

O caso Rachel

O assassinato da menina Rachel intriga a polícia há um ano e sete meses. O corpo da criança foi encontrado no dia 5 de novembro de 2008, dentro de uma mala abandonada na Rodoferroviária de Curitiba. Ela foi vista pela última vez dois dias antes, no dia 3 de novembro, ao sair do Instituto de Educação, no Centro, onde estudava.

Filha de uma professora, Rachel ia e voltava, sozinha e de ônibus, da Vila Guaíra, onde morava. A mala onde estava o corpo da menina foi encontrada sob uma das escadas do setor de transporte estadual, por uma família indígena, que estava morando no local havia duas semanas. O corpo estava inteiro, ainda com o uniforme do Instituto de Educação e apresentava sinais de estrangulamento. Na ocasião, os médicos do IML confirmaram que a menina sofreu violência sexual.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.