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Maringá

Greve em órgão do MEC atrasa pagamento de bolsas de professores da UEM

Desde abril, tutores e professores do Núcleo de Educação à Distância estão recebendo pagamento com atraso. São quase 450 funcionários nessa situação

  • PorHélio Strassacapa e Agência Brasil
  • 18/06/2010 15:19

Tutores e professores dos cursos de educação à distância da Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão sofrendo com o atraso no pagamento das bolsas oferecidas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Funcionários do órgão do Ministério da Educação (MEC) estão em greve desde abril, e desde então o dinheiro de 242 tutores e 200 professores tem sido depositado com atraso.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Educação à Distância (Nead/UEM), Maria Luiza Furlan Costa, fora do período de greve do FNDE, o pagamento das bolsas costumava cair até o dia 10 de cada mês, mas agora o depósito tem atrasado. O FNDE paga bolsas em todo o país e o trabalho se acumulou com a ausência de parte do funcionalismo.

Maria Luiza explicou que os tutores e professores da UEM estão conscientes do problema, mas que não pensam, pelo menos por enquanto, em tomar alguma medida. "Em Santa Catarina os tutores estão ameaçando parar, mas na UEM não", explicou. Os salários demoram chegar, mas até agora não houve acúmulo de meses sem pagamento,

Cada tutor da EAD recebe bolsa de R$765 do FNDE por 20 horas de trabalho semanal. O núcleo tem 2.446 alunos matriculados em cursos de graduação.

Greve também atinge INEP

Dois importantes braços do Ministério da Educação (MEC) estão parados desde o dia 26 de abril e sem previsão para retorno. Os funcionários do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) estão em greve pela reestruturação dos planos de carreira.

Os dois órgãos são autarquias do MEC. O Inep é responsável pelas avaliações educacionais como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Segundo o MEC, a paralisação dos funcionários não irá alterar o calendário das provas, previstas para novembro.

Segundo Alessandro Borges, do comando de greve do Inep, existe hoje no órgão "duas carreiras de nível superior que desenvolvem um trabalho igual, mas recebem tratamento salarial diferente". Os funcionário também querem melhorias no vencimento inicial dos concursados de nível médio.

Já o FNDE responde pela transferência de recursos para municípios por meio de programas como o da merenda e do transporte escolar. Também organiza a distribuição de livros didáticos para todos alunos da rede pública.

O MEC disse que não irá se pronunciar sobre o assunto porque as negociações estão sendo feitas com o Ministério do Planejamento.

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