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Maringá

Médicos residentes da UEM cruzam os braços por um dia no HU

A paralisação terminará às 17h, mas, depois, o grupo, de 32 pessoas, fará uma assembleia para decidir se vão entrar em greve por tempo indeterminado

  • PorThiago Ramari
  • 20/08/2010 07:45

Médicos residentes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) realizam paralisação, em frente ao pronto-socorro do Hospital Universitário (HU), até às 17h desta sexta-feira (20). Contudo, a greve, de apenas um dia, pode se tornar de tempo indeterminado, dependendo da assembleia que será realizada no período da noite.

De acordo com o representante dos médicos residentes da UEM, Dangelo Odair Viel, apenas 30% dos médicos residentes continuam trabalhando, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), na emergência e na urgência do HU. "Já conversamos com alguns pacientes, que, de certa forma, apoiam nosso movimento, porque sabem as dificuldades que enfrentamos", comentou.

Segundo Viel, a decisão para a paralisação de um dia foi tomada na terça-feira (17). Um aviso com três dias de antecedência foi feito ao HU, ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e ao Conselho de Residência Médica da UEM. A paralisação é, também, um protesto, no qual os médicos residentes usam cartazes para divulgar as reivindicações.

A paralisação segue o movimento nacional, que começou efetivamente na terça-feira (17). "Este é um movimento nacional e que busca forçar o governo a olhar com o carinho nossas reivindicações", comentou Viel.

A principal reivindicação da categoria é o aumento da bolsa-auxílio para R$ 2.658,11. "Esse valor é o mesmo dos outros programas de mestrado e doutorado da UEM, mas a nossa carga horária é maior, de 60 horas semanais", explicou Viel. "Sabemos, inclusive, que alguns médicos residentes ultrapassam essa jornada semanal em hospitais pelo país afora."

A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) reivindica, também, a definição de uma database no dia 1º de setembro, licença maternidade de 180 dias para as mulheres, além de gratificações pelos riscos e condições da profissão, como insalubridade, seguro-saúde e adicional noturno.

Na opinião do diretor do HU, José Carlos Amador, a reivindicação é justa, uma vez que os médicos residentes tentar negociar com o governo há dois anos, mas sem sucesso. Contudo, ele disse que a paralisação vai atrapalhar o atendimento dos pacientes nesta sexta-feira (20). "Provavelmente, algumas consultas do ambulatório do hospital terão de ser remarcadas", afirmou.

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