Desde que a PRF assumiu a fiscalização da via, não há radares em funcionamento

O número de mortos vítimas de acidentes de trânsito aumentou seis vezes na Avenida Colombo, que corta o município de Maringá, neste ano. De acordo com a contagem da Secretaria dos Transportes (Setran), duas pessoas morreram nos cinco primeiros meses do ano passado e 12 no mesmo período deste ano.

Até 19 de maio do ano passado, a Setran administrava a Colombo, que é um trecho urbano da BR-376. Depois dessa data, a avenida passou a fazer parte da malha da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Desde então, não há radares fixos em funcionamento na via.

O número de acidentes com mortes registrado pela PRF difere do da Setran. De 20 de maio de 2009 a 19 de maio de 2010, a PRF contabilizou apenas quatro acidentes com mortes.

A diferença nos dados revela critérios de contagem diferentes. A Setran contabiliza todas as mortes que acontecem até 30 dias após os acidentes. Já a PRF registra apenas casos de pessoas que morrem apenas no local do acidente. Os dois órgãos se focam apenas no trecho que fica dentro dos limites de Maringá.

Junho

Em junho, a Setran registrou mais uma morte na Colombo. Flávio Fernando Suzuki, 35 anos, atropelou um ciclista, perdeu a direção e bateu em um poste, no canteiro central da via, morrendo na hora. Suzuki conduzia uma moto de 1.100 cilindradas. O ciclista, Moisés Cursio, 40 anos, foi encaminhado em estado grave ao Hospital Metropolitano de Sarandi.

Outro lado

A PRF foi procurada para comentar os dados. No entanto, o chefe de operações da Delegacia de Londrina da PRF, fonte indicada pelo Núcleo de Comunicação (Nucom), não foi localizado.

O que deve ser feito para a Avenida Colombo se tornar menos perigosa? Deixe seu comentário no formulário abaixo.

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