i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Arquivado

Possível inconstitucionalidade retira da pauta projeto de isenção de Estar

Vereador pretendia isentar moradores de prédios sem garagem da taxa de estacionamento

  • PorRenan Colombo, com colaboração de Hélio Strassacapa
  • 20/10/2009 16:33

Por considerarem a proposta inconstitucional, os vereadores de Maringá se reuniram antes da sessão desta terça-feira (20) e pediram ao vereador Aparecido "Zebrão" Regini (PP) que arquivasse o projeto de lei que previa a isenção do estacionamento regulamentado EstaR para quem mora em prédios sem garagem. Segundo o regimento interno, agora o texto não pode voltar para pauta antes de seis meses. "Vamos estudar a viabilidade junto com o Setran", disse Zebrão.

De acordo com a proposta, o benefício seria válido somente para o condutor que estacionasse o veículo na quadra onde mora. Não haveria limite de tempo para permanecer na vaga. "Eu ando bastante na cidade e vejo muitas pessoas que moram em prédio e não têm garagem. Em muitos casos, são idosos, que precisam andar até duas quadras para chegar em casa", argumenta Zebrão. Ele, no entanto, não sabe estimar quantas pessoas seriam beneficiadas com a nova regra. Diz apenas que "certamente não serão muitas, pois o EstaR está mais no centro, onde há mais comércio".

O vereador John Alves Corrêa (PMDB) é contra a proposta por acreditar que ela reduzirá o número de vagas para "motoristas convencionais", o que prejudicaria o comércio. "Em primeiro lugar, a legislação determina que todos os prédios da cidade tenham garagem. É preciso resolver essa questão. Além disso, a cobrança do EstaR tem de ser para todos. Não dá pra cobrar de um motorista e de outro não", acrescenta. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), vereador Evandro Júnior (PSDB), diz não se lembrar de a comissão ter apreciado o projeto. A Procuradoria Jurídica da Casa informa que o departamento tambem não o analisou.

A Prefeitura de Maringá precisará de um estudo de viabilidade. Caso o projeto seja aprovado, isso ficará a cargo da Secretaria de Trânsito, e o prefeito Silvio Barros não deverá sancionar a lei sem o aval da Setran. "Não temos avaliação, pois não conheço o projeto", disse Walter Guerles, secretário de trânsito.

O EstaR

O EstaR no atual formato está regulamentado em Maringá desde 2007, abrangendo vias e logradouros públicos da região central. O cartão custa R$ 0,80 e permite ao motorista permanecer na vaga por uma hora. Ele tem direito ainda de usar outro cartão e ficar por mais uma hora na mesma vaga. Os cartões devem ser usados entre segunda e sexta-feira, das 9h às 16h30, e no sábado, entre 9h e 12h.

Infrações geram multa de R$ 4 (se paga em até cinco dias úteis, a contar da data da emissão do aviso/auto-de-infração), R$ 8 (se paga até o 12º dia útil) e R$ 16 (no caso de multas por infração superior a duas horas, pagas até o 12º dia útil). Para mais informações sobre o serviço, clique aqui.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.