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drogadição em Maringá

Prisões por porte de drogas ou tráfico quase triplicaram entre 2007 e 2008

Os dados referentes aos anos de 2006 a 2008 revelam ainda que cerca de 4,3 mil pessoas foram internadas para tratamento da dependência química

  • PorHélio Strassacapa
  • 08/09/2009 13:21
Relatório completo irá mostrar o número apreensões e de incineração no triênio | Arquivo/Gazeta do Povo
Relatório completo irá mostrar o número apreensões e de incineração no triênio| Foto: Arquivo/Gazeta do Povo

Prisões por porte de drogas ou comercialização de entorpecentes quase triplicaram entre 2007 e 2008, em Maringá. Naquele ano, 306 pessoas foram detidas pela Polícia Militar, contra 899 no ano seguinte: aumento de 193%. Em 2006 foram 296 prisões.

Os números constam no relatório sobre drogadição que será apresentado na manhã desta quarta-feira (9), no Auditório Hélio Moreira. O estudo mostrou ainda que as internações de dependentes químicos em Maringá somaram 4.367 durante os anos de 2006, 2007 e 2008.

As informações foram adiantadas ao Jornal de Maringá. De acordo com Manoel Costa, coordenador da Diretoria do Programa Antidrogas da Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Maringá, o levantamento foi desenvolvido com dados compilados de várias entidades que prestam ajuda aos dependentes e de corporações policiais.

As internações ocorreram em comunidades terapêuticas e no Hospital Psiquiátrico de Maringá. O número divulgado não trata de pessoas, visto que alguns pacientes podem ter sido internados mais de uma vez ao longo dos três anos. Em 2006 foram 1.415 admissões nas casas de recuperação e no hospital, em 2007 foram 1.320 e em 2008 foram 1.632.

Entre os objetivos, o relatório servirá para que a prefeitura renove o cadastro junto à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, do governo federal, e assim consiga verbas para a prevenção e tratamento de viciados. "Sabendo do perfil do dependente poderemos trabalhar na capacitação dos envolvidos no tratamento. Vamos nos articular com as forças policiais no combate ao tráfico", disse Costa.

Outros dados que serão apresentados nesta quarta, vão mostrar o número de apreensões de entorpecentes e as quantidades incineradas. A pesquisa não fez entrevistas com os envolvidos, apenas utilizou as declarações que os mesmos prestaram no momento das internações.

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