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Os policiais federais de todo o País iniciaram nesta quinta-feira (16) a Operação Blackout. Segundo eles, a medida desencadeia uma série de operações-padrão em portos, aeroportos e em fronteiras de todos os Estados do Brasil.

A decisão foi tomada durante assembleia realizada em videoconferência na tarde da última quarta-feira (15). Além de agentes federais, papiloscopistas e escrivães também aderem à greve nacional, deflagrada há nove dias. A categoria quer a reestruturação da carreira de acordo com os cargos em nível superior, além da contratação de novos servidores.

O Aeroporto Internacional Salgado Filho, de Porto Alegre, registrou filas e atrasos em função de operação-padrão iniciada às 6h30. Durante a ação da Polícia Federal, são realizadas vistorias em todos os passageiros que embarcam tanto em voos nacionais quanto internacionais. O mesmo aconteceu no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba. Desde as 6h30 os agentes vistoriaram todos os passageiros até que o local registrou superlotação e a operação teve que ser finalizada, às 11h30. A Polícia Federal afirma que o Aeroporto Eurico de Aguiar, no Espírito Santo, também contou com operação durante esta manhã.

A Federação Nacional da Polícia Federal (Fenapef) afirma que também aconteceu, desde a madrugada desta quinta, operação-padrão no Chuí, no Rio Grande do Sul. As vistorias aconteceram em todas as bagagens e em passageiros de ônibus que ingressaram ou saíram do País.

SP e RJ

A partir das 16h30 desta quinta começa a operação padrão no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, assim como no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.

Em São Paulo é a segunda operação realizada desde o início de greve, no dia 7 de agosto. Durante a operação anterior, no dia 9 de agosto, as filas tomaram boa parte do saguão.

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