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PM faz operação em busca de suspeitos de estupro coletivo

Cerca de 70 homens fazem incursões em comunidades da Praça Seca

    • Agência O Globo
    • 29/05/2016 10:54
     | Severino Silva
    | Foto: Severino Silva

    Policiais militares de vários batalhões realizam na manhã deste domingo mais uma grande operação em busca de suspeitos de participarem do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, na semana passada. De acordo com informações do 9º BPM (Rocha Miranda), que coordena a ação, ela se concentra em duas comunidades da Praça Seca: o Morro do Barão, onde o crime ocorreu, e o Morro São José Operário, que também fica na região.

    A operação teve início às 6h30, e conta com 70 homens dos sete batalhões que integram o 2º Comando de Policiamento de Área (CPA) — 9°BPM, 14°BPM,18°BPM, 27°BPM, 31°BPM, 40°BPM e 41°BPM. Homens do Batalhão de Ações com Cães (BAC) e do Grupamento Aeromóvel apoiam a ação. Até agora não há informações sobre novas prisões ou apreensões feitas na região. Segundo o PM, não houve troca de tiros na chegada dos policiais.

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    Neste sábado (28), uma operação do 9º BPM terminou com um suspeito de participar do crime preso no Morro São José Operário. Ele foi denunciado por moradores e levado para a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), na Cidade da Polícia, de onde foi liberado após prestar esclarecimento. Na ocasião, também foram apreendidos dois veículos roubados e drogas.

    A advogada Eloisa Samy Santiago, que representa a vítima, fez críticas à condução do depoimento prestado na DRCI, na última sext-feira. Segundo ela, o delegado Alessandro Thiers, titular da especializada, tentou “culpabilizar a vítima” durante o procedimento.

    “Vou pedir o afastamento do delegado porque considero que a linha de interrogatório usada foi para criminalizar e culpabilizar a vítima. Ele [Alessandro Thiers] perguntou se ela [a jovem] já tinha participado de sexo em grupo. Constrangida, a menina me perguntou: ‘preciso responder isso?’. Disse que não e o delegado continuou insistindo com esse tipo de pergunta. Depois disso, encerrei o depoimento. A menina chorou muito em vários momentos. Eu tive que interromper para que ela pudesse se recompor”, disse.

    O delegado se defendeu, afirmando que a investigação segue critérios técnicos. “A chefia da polícia está sabendo de tudo. A investigação é técnica. Tudo o que está sendo levantado tem coerência. Ela [a advogada] está querendo bagunçar a investigação, quando, na verdade, estamos fazendo um trabalho sério”.

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