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União da Vitória

Polícia descobre esquema de estelionato para financiamentos de motos

  • PorGazeta do Povo
  • 18/09/2008 12:32
Motos que valiam R$ 8 mil eram vendidas por R$ 2,5 mil | Divulgação/AEN
Motos que valiam R$ 8 mil eram vendidas por R$ 2,5 mil| Foto: Divulgação/AEN

Quatro pessoas foram presas pela Polícia Civil em União da Vitória, região Sul do estado, acusadas de estelionato e de receptação. As prisões aconteceram na quarta-feira (17), segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp-PR). Os detidos estariam envolvidos com um esquema de financiamentos fictícios de motocicletas na cidade.

De acordo com o site da Agência Estadual de Notícias (AEN), Edson da Silva Fabrício, que encontrava os compradores para as motos, foi preso e indiciado por estelionato. Rogério Mihausk, Ricardo João Zawazki e Jaime Krull foram presos em flagrante por receptação, já que estavam com duas motocicletas compradas por meio do estelionato.

O delegado Nagib Nassif Palma explicou que os acusados usavam documentos de laranjas para promover financiamentos que nunca seriam pagos. As vítimas nem ficavam sabendo que estavam com os nomes vinculados aos financiamentos. "As motos, no valor de R$ 8 mil, foram vendidas a R$ 2,5mil", disse o delegado Nassif ao site da AEN.

Rogério Mihausk, um dos presos por receptação, era funcionário da prefeitura de Cruz Machado (Sul), segundo a polícia. Ele trabalhava como escrivão na delegacia do município. "Eles admitiram que compraram as motos sabendo serem irregulares, com objetivo de usá-las em áreas rurais", disse o delegado Nagib. Ricardo João Zawaski ainda trocou a placa da moto e foi indiciado também por adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

A fraude foi descoberta quando o vigia Antonio José dos Santos procurou a polícia ao receber a cobrança de parcelas de duas motocicletas, que nunca havia comprado. A polícia descobriu que cópias de seus documentos pessoais foram usadas indevidamente, além de falsificações para comprovação de endereço e renda. A delegacia investiga agora a participação de funcionários de uma auto-escola, um escritório de contabilidade e instituição financeira.

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