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15 mortos em Guaíra

Polícia do PR vai ao Paraguai procurar os suspeitos de cometer chacina

  • PorAdriano Kotsan
  • 24/09/2008 13:18
Buscas: policiais fiscalizam margem do Rio Paraná, onde ocorreu o massacre de Guaíra. Do outro lado, o Paraguai, possível abrigo dos matadores | Rodolfo Büher/Gazeta do Povo
Buscas: policiais fiscalizam margem do Rio Paraná, onde ocorreu o massacre de Guaíra. Do outro lado, o Paraguai, possível abrigo dos matadores| Foto: Rodolfo Büher/Gazeta do Povo

Os moradores de Guaíra estão com medo, após o vilento crime de segunda-feira

Policias militares e civis paranaenses estão no Paraguai, desde a manhã desta quarta-feira (24), em busca dos três suspeitos de serem os autores da maior chacina da história recente no Paraná. Jair Correia, Gleison Correia, filho de Jair, e Ademar Franco Luiz são procurados pelos policiais na cidade de Salto Del Gayrá, no Paraguai.

Os três são acusados de praticar a chacina que matou 15 pessoas e deixou 8 feridos na tarde de segunda-feira (22), em Guaíra, no Oeste do Paraná. As prisões podem acontecer a qualquer momento.

Reconstituição

A polícia fez a reconstituição do crime nesta quarta-feira. De acordo com o investigador José Carlos Albino, da Polícia Civil de Guaíra, foram cerca de duas horas para os policiais e investigadores filmarem e levantarem todas as informações sobre o local do crime, um sítio às margens do Lago de Itaipu.

A montagem da cena do crime foi realizada com base na versão de uma das testemunhas, uma adolescente de 16 anos que presenciou o massacre, do qual seu marido foi vítima.

Medo

Os moradores de Guaíra estão com medo após o violento crime de segunda-feira. Cerca de 200 policiais do Brasil participam das investigações do caso, além da Polícia Nacional e da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai.

O crime

A chacina teria sido motivada por uma dívida de R$ 4 mil entre narcotraficantes. Das 15 pessoas mortas, duas eram mulheres – uma delas, menor de idade. Segundo a Sesp, algumas vítimas teriam envolvimento com uma quadrilha comandada por Jocemar Marques Soares, mais conhecido como "Polaco", que já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas. Oito pessoas ficaram feridas – algumas delas se fingiram de mortas para escapar da execução. Uma mulher e duas crianças escaparam sem ferimentos.

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