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Violência

Polícia suspeita que homem matou 5 da família antes de suicídio em SC

Vizinhos disseram à polícia que ouviram um barulho por volta das 4h. Os corpos foram encontrados pela empregada da casa

    • Folhapress Web
    • 26/02/2015 17:07

    Seis pessoas de uma mesma família foram encontradas mortas na manhã desta quinta-feira (26) na cidade de Cordilheira Alta (a 560 km de Florianópolis). A polícia investiga se o técnico agropecuário Alcir Pederssetti, 42, matou os sogros, a mulher, a cunhada e a filha de 16 anos e depois se suicidou.

    Segundo o sargento Ângelo Martins, que foi até o local após a polícia receber um chamado por volta das 7h45 desta quinta, não havia indícios de arrombamento ou roubo na casa da família, no distrito de Fernando Machado. Vizinhos disseram à polícia que ouviram um barulho por volta das 4h. Os corpos foram encontrados pela empregada da casa.

    “Quando constatei que havia pessoas mortas, fechamos a casa e isolamos o local para a perícia. Tinha muito sangue. Todos apresentavam ferimentos com arma de fogo. A princípio, de relance, vi que eram tiros na cabeça”, afirmou o sargento, que conhecia Alcir desde 1995.

    Um revólver calibre 38 foi encontrado perto do corpo do técnico agropecuário, de acordo com a polícia. Ele era funcionário da Secretaria de Agricultura do município havia cerca de dez anos, segundo o secretário da pasta, Cláudio Possa.

    A mulher de Alcir, Mônica, 33, era proprietária da loja de roupas Capricho. Ela foi encontrada morta no mesmo cômodo que seus pais, os trabalhadores rurais aposentados Antônio, 68, e Luiza Moresco, 65. Em outro quarto, estava Lucimara, 36, irmã de Mônica.

    Na sala foram achados os corpos de Alcir e de sua filha, Lana, 16.

    “Eram pessoas sem nenhum problema, de uma família tradicional e pacata, de bom relacionamento. Eles faziam parte do conselho comunitário da igreja. Tanto é que a cidade está consternada. O município parou”, disse o sargento.

    Segundo ele, nesta quarta-feira (25), Alcir chegou a jogar futebol com os amigos das 19h às 20h, no ginásio da cidade. Depois, foi com o grupo para uma lanchonete para assistir ao jogo da Chapecoense, pelo Campeonato Catarinense.

    “No convívio com a gente, Alcir nunca demonstrou nada de diferente. A gente era de sair junto, ia comprar tênis para jogar bola. Nunca vi ele brigar nem em jogo de futebol. Ele sempre passava no nosso grupamento para conversar. Era extrovertido, mas muito reservado nos assuntos particulares. Parecia uma família que vivia bem.”

    Segundo o secretário de Agricultura, Cláudio Possa, Alcir estava em férias, mas passou nesta quarta-feira (25) na prefeitura para conversar. “Eu até estranhei que ele foi à prefeitura, mas estava tranquilo e conversamos um pouco. Ele era bem reservado. Está todo mundo em choque”, contou.

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