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Prestes a entrar no Guinness Book, paranaense morre aos 120 anos

Idosa chegou a ter aposentadoria cancelada por ser velha demais

  • Antoniele Luciano, especial para a Gazeta do Pov
  • Atualizado em às
 | Antoniele Luciano/Gazeta do Povo
Antoniele Luciano/Gazeta do Povo
 
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A paranaense de 120 anos que estava pleiteando o título de mulher mais velha do mundo morreu nesta quarta-feira (13). Jesuína dos Santos Cardoso era moradora do distrito de Porto Espanhol, em Rio Branco do Ivaí, a 300 quilômetros de Curitiba. Ela ficou conhecida no estado depois que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) bloqueou a aposentadoria dela por suspeitar de fraude em seu cadastro.

O órgão acreditava que era impossível uma beneficiária estar viva com essa idade. Por isso, o início do ano, a idosa precisou viajar cerca de 200 km até um posto de atendimento, em Apucarana, para provar que estava viva e reaver o benefício.

Dona Jesuína, como era conhecida, morreu por volta das 9 horas, no hospital Santa Casa de Rosário do Ivaí. Segundo a neta Dalíria Amaral de Siqueira Franco, 53, responsável pelos cuidados com a idosa nos últimos 30 anos, a avó a havia sido internada há poucos dias para tratar de um problema de pele. Nessa manhã, ela havia se alimentado e recebido medicação. “Estava bem, se recuperando. Tinha o coração um pouco fraco, mas, mesmo assim, foi surpresa”, comenta Dalíria.

O corpo da idosa vai ser velado no distrito de Porto Espanhol. O sepultamento está marcado para às 10 horas desta quinta-feira (14), no cemitério do próprio distrito. A família informou que ainda está aguardando o laudo médico do hospital para que a causa da morte seja esclarecida.

Recorde

Nascida em Reserva, região central do Paraná, no dia 30 de janeiro de 1896, Jesuína ainda tinha três filhos vivos - de um total de 15 a quem deu à luz, além de 36 netos, 63 bisnetos e 44 tataranetos.

A família dela, por intermédio de um vereador de Rio Branco do Ivaí, vinha tentando obter documentos antigos da idosa para encaminhar ao Guinness World Records, o livro dos recordes. As evidências requisitadas incluíam certidões de nascimento e casamento, comprovantes de consultas médicas, entre outros documentos.

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