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Transporte escolar

Quando nem dinheiro resolve

  • 18/10/2008 22:03

Rio Bonito do Iguaçu, Região Centro-Sul do estado, é uma das cidades que mais recebe recursos estaduais e federais para o transporte escolar. Do Programa de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) vieram R$ 75 mil, o maior valor per capita dentre os municípios paranaenses. A cidade também deve receber R$ 105 mil do governo do estado até o fim do ano, segundo a AMP. Apesar do investimento, o transporte escolar de Rio Bonito enfrenta vários problemas.

Os alunos têm de dividir os assentos ou mesmo o corredor dos ônibus com outros moradores da zona rural, já que algumas vilas no interior do município não são atendidas por linhas regulares de transporte coletivo. "A gente vem de oferecido. O ônibus é dos alunos, mas como não tem outro, a gente pega uma carona", explica o agricultor Ervino Kosmosk, 58 anos, morador de uma comunidade a 10 quilômetros de Rio Bonito. De acordo com a secretária municipal de Educação de Rio Bonito do Iguaçu, Elenice Viola, duas comunidades não contam com o serviço de transporte coletivo.

Perto dali, em Boa Esperança do Iguaçu, os problemas com os ônibus dos alunos do ensino fundamental foram destaques negativos de um relatório de fiscalização da Controladoria Geral dos Municípios (CGU).

Segundo a CGU, não existe controle do itinerário percorrido e dos cinco ônibus que fazem o transporte, apenas um tinha condições mínimas de uso. A reportagem da Gazeta do Povo constatou que os ônibus usados não tinham vidros nas janelas, têm assentos soltos, sem cintos de segurança, com assoalho estragado. (GV e Luiz Sonda)

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