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Arrependimento

Transição de gênero não traz os benefícios prometidos para a saúde mental, diz pesquisa

  • PorGabriel de Arruda Castro, especial para a Gazeta do Povo
  • 30/08/2020 21:47
Imagem ilustrativa.
Imagem ilustrativa.| Foto: Pixabay

Embora não deva ser movida por dogmas, a comunidade científica volta e meia cede à pressão de militantes ideológicos e parece adotar premissas inquestionáveis. Um exemplo: no caso das pessoas que acreditam ser transgênero, a doutrina em vigor estabelece que os profissionais de saúde devem fazer de tudo para apressar a “transição” dessa pessoa para o sexo oposto, de forma a preservar a saúde mental do paciente e, assim, reduzir as chances de suicídio. Este é o principal argumento em favor da cirurgia (em muitos casos, precoce) de mudança de sexo. Mas a afirmação é, no mínimo, contestável. E um novo episódio expõe essa fragilidade.

No ano passado, a maior pesquisa já feita sobre o tema pareceu ter confirmado, pelo menos em parte, a posição pró-ideologia de gênero: em um estudo publicado no American Journal of Pshychiatry, a principal publicação científica na área da psiquiatria nos Estados Unidos, os pesquisadores Richard Bränström e John E. Pachankis concluíram que a realização de cirurgias de mudança de sexo havia trazido melhoras substanciais na saúde mental dos participantes. O estudo era importante porque foi o primeiro a levar em conta a população inteira de um país: a pesquisa analisou todos os pacientes que receberam o diagnóstico de transexualismo ou incongruência de gênero entre 2005 e 2015 na Suécia. A amostra foi de 2.679 pessoas.

Agora, entretanto, a situação se reverteu: questionados por alguns colegas, os cientistas tiveram de refazer as contas e, em uma retratação publicada neste mês, afirmaram que “os resultados demonstraram não haver vantagem na realização da cirurgia no que diz respeito a visitas ao médico ou prescrição de medicamento devido a desordens de humor ou ansiedade, ou à hospitalização após tentativa de suicídio”. A mesma pesquisa, ainda em sua primeira versão, não havia detectado que o tratamento hormonal (homens que se declaram transexuais com frequência passam a ingerir hormônios femininos, e vice-versa) traz benefícios sobre a saúde mental dos pacientes. Com isso, um dos pilares das terapias radicais de mudança de sexo fica seriamente abalado.

O episódio, somado a estudos anteriores que chegaram a conclusões similares, reforça a posição de profissionais de saúde críticos à ideologia de gênero. Para eles, é injustificável que, sem consenso científico, soluções irreversíveis (como a terapia hormonal, os bloqueadores de puberdade e a cirurgia de mudança de sexo) estejam sendo vendidas como o único caminho possível para evitar um eventual suicídio – inclusive para pessoas no início da adolescência.

A psiquiatra Akemi Shiba, especializada no assunto, também critica a tese de que a única saída para alguém que se identifica com o sexo oposto é transformá-la em uma pessoa do sexo oposto: “Isso não é algo consagrado na literatura. E, na infância a na adolescência em especial, é possível fazer psicoterapia em vez de intervenções irreversíveis”, ela afirma.

Leia também: Ideologia de Gênero: estudo do American College of Pediatricians

Arrependimento pós-cirurgia

Eugenia Rodrigues, porta-voz da campanha “No Corpo Certo” – criada para alertar sobre os riscos da chamada transição de gênero –, coleciona relatos preocupantes de pais de jovens transgênero e de pessoas que se arrependeram de fazer a transição. Para ela, a forma como o assunto tem sido tratado é irresponsável. “O modelo atual, denominado genericamente de ‘afirmação de gênero’, gerará muito mais arrependimento. As mudanças corporais, inclusive no Brasil, estão acontecendo muito cedo, ainda na infância e na adolescência, quando somos imaturos para compreender o impacto a longo prazo dessa decisão no corpo e na vida”, ela diz.

No Brasil, apesar da falta de consenso científico, algumas entidades na área da saúde parecem ter adotado a posição radical de que, se uma pessoa acredita ser transgênero, ela já o é – e que negar isso é colocar em risco a vida dela. A Resolução 1º/2018 do Conselho Federal de Psicologia, por exemplo, estabelece que “as psicólogas e os psicólogos, na sua prática profissional, reconhecerão e legitimarão a autodeterminação das pessoas transexuais e travestis em relação às suas identidades de gênero.” O texto também veda que os psicólogos ofereçam quaisquer serviços que “que visem a terapias de conversão, reversão, readequação ou reorientação de identidade de gênero das pessoas transexuais e travestis.” Na prática, isso limita a atuação dos profissionais, que se sentem receosos de até mesmo investigar a hipótese de que algum paciente que acredite ser transgênero na verdade tenha uma desordem de outra natureza.

Esta é a situação de uma psicóloga carioca e que prefere não ter o nome divulgado por medo de punição do Conselho Federal de Psicologia. Ela diz não ter encontrado nem sequer um caso de paciente que de fato tenha “nascido no corpo errado”.  A profissional também indaga os motivos pelos quais, nos casos diagnosticados como disforia de gênero, se modifica o corpo da pessoa em vez da mente.

“O problema não está no corpo, está no papel social. E ela pode lidar com isso tratando a mente.  Não se muda o corpo da pessoa”, diz ela.

A psicóloga também se queixa da abordagem do CFP, que exige a “legitimação” da “identidade de gênero” dos pacientes. “Eu não estou lá para afirmar ou negar a identidade de ninguém. Estou lá para fazer perguntas e fazer a pessoa se enxergar e perceber os conflitos que ela vive. Terapia não é agradável, e nem é para validar ninguém”, ela afirma.

Para Eugenia Rodrigues, a pressão pela “mudança de sexo” como única solução atende a diversos interesses simultaneamente: as alas mais radicais do movimento transgênero veem sua utopia se materializar, ao passo que alguns médicos lucram com os (caros) procedimentos cirúrgicos. Além disso, lembra Akemi Shiba, a tese de que a cirurgia é o único caminho para evitar o suicídio tem efeitos significativos sobre o sistema de saúde. “Tem uma pressão grande para que os planos de saúde assumam os custos dessas cirurgias. Hoje, vários planos dizem que a cobertura não se aplica porque não se trata de um problema anatômico nem fisiológico”, ela diz. Se a academia aceitar que a cirurgia é a única solução para evitar o suicídio dessas pessoas, a intervenção passará a ser vista como um item essencial e, que, portanto, deve ser coberto pelos planos de saúde.

Diante da cacofonia na comunidade científica, as famílias são a barreira mais importante contra ideias que podem levar a mudanças radicais e irreversíveis. “Os pais devem ficar atentos a profissionais que os pressionam a autorizar intervenções precoces nos filhos, como mudança de nome e hormônios artificiais, alegando ‘risco de suicídio’ caso não o façam”, conclui Eugenia Rodrigues.

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Comentários [ 19 ]

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    Ricardo Wagner da Silva Paiva

    ± 0 minutos

    O psicólogo deve apoiar incondicionalmente o tratamento de quem quer mudar de sexo, mas não pode apoiar alguém que não quer ser gay? O que penso é que daqui a pouco vai ser obrigado ser gay. Sempre existiu gay, mas nascia assim, hoje se cria, se influência, o garoto(a) não é mais menino(a), seu sexo hoje é produto do meio.

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    André Luís Vianna

    ± 1 horas

    Deveria ser escancaradamente evidente q há casos nos quais a melhor solução é adequar o "corpo à mente"(a gde quantidade d travestis e d transexuais satisfeitíssimas pelo mundo afora deveria ser prova inequívoca de q há pessoas p as quais essa é a melhor solução).Assim como há casos em q a pessoa não se identifica de todo,d modo"perfeito",com nenhum dos"sexos"!Em casos assim,p ex,adaptar a"mente ao corpo" parece ser mais indicado.Ou"um pouco d cada"(modificações corporais E psíquicas).Cada caso é um caso( um truísmo que N poderia ser esquecido,oras!)!E tanto o sofrimento anterior qto a adaptação posterior podem levar a aflições mentais q necessitem de atendimento em saude mental,oras!

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    Marco Polo

    ± 6 horas

    Não acredito existir um dia em que não tentem mudar a natureza das coisas para adequá-las aos mais desajustados de nós. O processo inverso, do cidadão se adequar à realidade, para alguns não é fácil; é até mesmo impossível. Sob a égide de proteger o Homem e a Natureza, a esquerda ergue suas bandeiras, redige suas regras, leis e normas, para vorazmente tentar destruir tudo que lhe for contra, num total afronto à própria natureza das coisas, a pluralidade! Como esperar que um processo suicida desse teor chegue a nos dar alguma chance de sucesso?

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    Luiz

    ± 6 dias

    Os ditos "progressistas" certamente não gostaram nada dessas conclusões científicas.

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    Ivan B

    ± 6 dias

    O que esperar desse acesso de loucura, estimulado pela esquerda, desorientando jovens e até adultos.?

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    Injustus

    ± 6 dias

    Em nome da ideologia de gênero mutilaram milhares de jovens com distúrbios mentais. E desde quando psicólogo dabe tratar isso? Não são médicos. Quem deve opinar é psiquiatra, médico por formação. Sempre acreditei que esses transgêneros são pessoas com sérios problemas mentais. Um bando de médicos cirurgiões inescrupulosos mutilaram pessoas doentes. O mundo é composto por um bando de loucos politicamente corretos.

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    1 Respostas
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      Mariele Almeida

      ± 6 dias

      Mas quem dá o diagnóstico de "disforia de gênero" é o psiquiatra, eles também estão a serviço do transativismo. O papel do psicólogo é fazer acompanhamento psicológico e terapêutico, mas o CFP os impedem de fazer qualquer tipo de terapia que trate a disforia de gênero, então muitos acabam só validando o diagnóstico de que a pessoa está "no corpo errado".

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    Ricardo

    ± 6 dias

    Mais um NARRATIVA da esquerda caindo por terra....

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    jose rodorval ramalho

    ± 6 dias

    Excelente matéria. Somente aqui, na Gazeta, temos jornalistas capazes de colocar o dedo na ferida.

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    chico

    ± 6 dias

    Fico em duvida de quantos estudos pretensamente cientificos não estão contaminados pela pressão do politicamente correto e da pauta do liberal /progressismo radical e quando questionados agridem e rotulam o outro de facista .Pois é,O Nazismo também era fundado na ciência

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    Jorge Dias

    ± 6 dias

    "Não sou obrigado a aceitar alguém incapaz de se aceitar como é." - Um comentário da internet que li meses atrás.

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  • M

    Mariele Almeida

    ± 6 dias

    Nenhum professor do curso de psicologia contesta essa resolução do CFP, só afirmam e alegam que não podemos dá margem para cura gay. Mas vejam esse cenário: uma mulher lésbica que não performa feminilidade sofre pressão social, por não está em conformidade com os padrões de papeis sociais, e começa a achar que está no corpo errado. Daí ela começa a tomar hormônios, retira os seios e passa a se identificar como um "homem trans hétero". Isso não parece cura gay? É um absurdo o CFP legitimar isso. Qualquer tipo de disforia deve ser tratado com acompanhamento psicológico, não com hormônios e cirurgias de mutilação.

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  • A

    André

    ± 6 dias

    Essas pessoas são doentes. À exemplo de uma anoréxica, ela tem um distúrbio de imagem que deve ser tratado. Psicologicamente tratado. Haverá um dia que tudo isso será visto como um dos absurdos do passado, como hoje é entendida a eugenia e a frenologia, hoje totalmente desacreditadas cientificamente.

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  • C

    Carmo Augusto Vicentini

    ± 6 dias

    O indivíduo chega ao médico e diz: " Esse braço não é meu, não me pertence. Corte ele fora!". Consequência: é encaminhado para psiquiatria. O indivíduo chega ao médico e diz: "Esse pênis não é meu, não me pertence. Corte ele fora!". Consequência: é atendido rapidamente. Quem perdeu o juízo?

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  • I

    IvoHM

    ± 6 dias

    A loucura é tão grande, que chega às raias do ridículo. Basta ver o vídeo de um deputado alemão no Parlamento Europeu, saudando todos os gêneros. Está no Youtube, com legendas.

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  • G

    Gessé

    ± 6 dias

    Sério????.....precisaram de um uma pesquisa para saber isso????....

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  • A

    Ana Luiza

    ± 6 dias

    Não é possível mudar de sexo, tampouco de 'gênero'.

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  • P

    Paulo Henrique

    ± 6 dias

    O castelo de areia da ideologia de gênero não poderia demorar a desmoronar. Agora é preciso rever essa palhaçada do Conselho Federal de Psicologia no Brasil. É podre e perigosa a manipulação ideológica do CFP.

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    Decio mango

    ± 6 dias

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