O silicone industrial aplicado por um travesti de 25 anos que morreu em Franca, a 400 km de São Paulo, é usado para limpeza de carros e impermeabilização de azulejos. Ele morreu na quarta-feira (18) após ficar 15 dias internado na Santa Casa da cidade.

Ele teve infecção generalizada e parada cardíaca após a aplicação do produto. Segundo a polícia, ele contou a sua mãe que fez as aplicações. O silicone utilizado pelo rapaz é bem diferente do utilizado por médicos em implantes.

O delegado seccional de Franca, Maury de Camargo Segui, abriu inquérito para apurar o caso e pretende ouvir os amigos citados pelo travesti. "Precisamos identificar essas pessoas, que também podem estar correndo risco de morte", afirmou.

Ele acha difícil que a vítima tenha aplicado o silicone sozinha e acredita na participação de outras pessoas. Se a hipótese for comprovada, os envolvidos vão responder pela morte do travesti.

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