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Educação

Um olhar mais atento à internet

Guia ensina como pais e professores devem lidar com a rede e mostra às crianças a melhor forma de navegação

  • PorPollianna Milan, enviada especial
  • 16/05/2009 21:09

Guia

Uma boa maneira de incentivar o uso responsável da internet é mostrar para as crianças quais sites são interessantes:

Sites

www.uol.com.br/educacao – tudo o que é ensinado em sala de aula é tratado neste site.

www.postdobem.com.br – blog que discute o uso da internet, mantido pela GVT.

http://br.answers.yahoo.com – grupo de discussão em que o internauta pode lançar uma pergunta sobre qualquer tema e receber a resposta de várias pessoas.

www.webkinz.com/br_pr – permite ter um mascote virtual que ganha um cômodo onde é possível incluir móveis e alimentar o animal. O cuidado é medido por níveis de felicidade e nutrição do bichinho.

http://toontown.terra.com.br – permite criar um desenho animado e ainda jogar e interagir com personagens da Disney.

www.neopets.com – gira em torno de cuidados com bichinhos de estimação. Além disso, há games, notícias e fóruns de interação.

Softwares educativos para download:

Drawing for children

- Com este software seu filho ou aluno poderá fazer desenhos e escrever textos. O software também conta com grande quantidade de carimbos, planos de fundo e desenhos. Site: http://people.cs.uu.nl/markov/kids/draw.html

Gibizinho

- Com ele seu filho ou aluno poderá criar histórias. Contém vários personagens e balões variados para as mais diferentes formas de expressão. A versão experimental está no site: www.kiq.com.br.

Brincando com a Arie

- Software que contém quatro brincadeiras em português e hebraico. Ideal para crianças de até seis anos. Este software pode ser encontrado em www.krafthaus.com.br. Para fazer o download clique em "extras".

Hagáquê

- É um editor de histórias em quadrinhos. Para fazer o download: www.hagaque.cjb.net.

Serviço: O guia para o uso responsável da internet está disponível para download nos sites: www.internetresponsavel.com.br e www.cdi.org.br

Veja também

Rio de Janeiro - Seis em cada dez crianças brasileiras, entre 10 e 15 anos de idade, acessaram a internet no ano passado, segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet do Brasil. Mais do que a inclusão digital, o desafio do país passou a ser educar pais e jovens para o uso consciente do computador. Dizer que determinado site não pode ser acessado se tornou uma abstração, porque crianças e adolescentes são os que detêm o uso da máquina – muitos sabem mais do que os próprios pais sobre como usar a ferramenta. Por isso, conscientizar virou a palavra de ordem, principalmente neste domingo, quando se comemora o dia da internet.

Pensar que o filho corre menos riscos em casa, trancado no quarto em frente a um computador do que brincando na rua, é uma atitude ingênua. Especialistas no uso da internet dizem que não há uma regra que define como precisa ser a relação das crianças e jovens com a tecnologia, mas lembram que o debate sobre o uso racional precisa acontecer. "Esta discussão precisa começar nos lares brasileiros e chegar às escolas – os professores também precisam estar preparados", afirma o presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abcid), Mário Brandão.

Não há, por exemplo, uma idade certa para que os pais liberem o uso do computador – algumas crianças de 8 anos já conseguem navegar sozinhas. Estabelecer, então, horários e dias de uso é uma saída, porém não a única. "Lá em casa, a internet, durante a semana, é usada como ferramenta para auxiliar minha filha no que ela aprendeu na escola. Nos fins de semana é liberada para o lazer", conta a apresentadora Xuxa, presidente da fundação que leva seu nome. A fundação levantou a bandeira do uso consciente da internet junto com a empresa de telefonia GVT e o Comitê para Democratização da Informática (CDI) – todos os representantes estiveram reunidos no Rio de Janeiro, semana passada, para discutir o assunto e aproveitaram a data para lançar o "Guia para o uso responsável da internet".

O guia será distribuído em escolas, lan houses e pode ser baixado da própria internet. Ele contém dicas sobre os perigos que as crianças podem encontrar na web, bem como sugestões de sites interessantes para navegação. É também uma ferramenta inicial para os pais que não sabem por onde começar a educar os filhos para esta tecnologia.

Diálogo

Como proibir não adianta mais, especialistas sugerem aos pais conversar sobre os riscos da rede, apontar os crimes existentes e lembrar, sempre, que é muito perigoso divulgar dados pessoais, endereço e fotos. "Tem criança que entra no Orkut e coloca fotos dela vestida com o uniforme da escola. Para as pessoas mal intencionadas, será muito fácil encontrá-la", diz o presidente do CDI, Rodrigo Baggio. Também é arriscado colocar fotos de amigos, da residência ou do trabalho na rede.

Outro problema que os pais enfrentam é que a criança consegue achar tudo na internet por meio do Google. Imagine os sites que ela não irá encontrar ao digitar a palavra "sexo" nas páginas de busca. "As empresas de telefonia têm equipamentos de serviços de controle de surfada para evitar que crianças acessem determinados sites. A medida, porém, é paliativa. Sempre insisto no ponto da educação, da conversa entre pai e filho, do companheirismo", afirma o vice-presidente de marketing da GVT, Alcides Troller Pinto.

A jornalista viajou ao Rio de Janeiro a convite da GVT.

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