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Ocupação da Assembleia

Acompanhe o terceiro dia de protestos contra o pacotaço do governo

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TOPO

Manifestantes invadem a Assembleia mais uma vez e sessão que analisaria o "pacotaço" é suspensa

Gazeta do Povo
Da redação

Obrigado. Boa noite.

Obrigado pela audiência. Mais informações sobre a greve dos professores e servidores do estado na edição desta sexta-feira da Gazeta do Povo.

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Notícias ruins

Richa concluiu a entrevista com a seguinte frase: "Governante não vive só de notícias boas, mas precisa de coragem para anunciar medidas amargas".

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Requião

O governador criticou, durante a entrevista, a gestão anterior. Ele citou que Requião, que estaria "insuflando os professores contra o governo", entrou na Justiça contra o piso nacional dos professores.

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Quinquênio

Richa voltou a dizer que o projeto não mexia no quinquênio. Não é verdade: o projeto original extinguia o quinquênio, exceto para quem já tinha direito ao pagamento. Isso foi retirado no substitutivo apresentado pelos deputados.

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Medidas anteriores

Richa defendeu que seu governo foi responsável por aumentar em 60% os salários dos professores. Segundo Richa, também foi ampliada em 75% a hora-atividade.

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Busquem conhecimento

Richa pediu aos professores que busquem conhecer melhor o projeto que foi apresentado. Ironicamente, essa era uma das principais demandas dos professores grevistas: que o projeto fosse melhor debatido antes de ser votado.

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"Baderneiros, arruaceiros e anarquistas"

Richa, sobre os protestos: "Não posso admitir que baderneiros, arruaceiros e anarquistas se infiltrem em um movimento legítimo de professores"

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Crise financeira

Ele disse que o pacote de medidas visa enfrentar "a grave crise financeira" que o Brasil vive.

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Beto na éParaná

Beto acaba de dar mais uma entrevista, agora à éParaná, canal de TV operado pelo governo do estado.

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Overdose

Mais uma entrevista com o governador deve ir ao ar ainda nesta noite. Dessa vez, na éParaná (TV do próprio governo do estado), às 20h30.

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Gravado

Nenhuma das entrevistas foi realizada ao vivo.

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Chapéu Pensador

As duas entrevistas foram realizadas no Chapéu Pensador, "gabinete B" do governo do estado situado na sede da Copel, no Bigorrilho.

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Greve

Ele disse que pretende negociar "o que for possível" com as categorias em greve, desde que preservados "os interesses da população do Paraná".

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Retirada

Ele disse que a retirada do projeto foi um pedido do presidente da Assembleia, Ademar Traiano (PSDB). De acordo com Richa, os deputados estavam "sendo ameaçados pelos baderneiros".

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Comissão geral

Ele disse que solicitou que o projeto fosse votado em comissão geral pela "urgência do momento". "Sou um democrata, isso todos que me conhecem, sabem", disse.

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Escondeu?

Questionado, ele disse que "não escondeu" a situação das finanças durante o período eleitoral, mas admitiu problemas no pagamento de obras.

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Na RPC

Agora, Richa foi entrevistado pela RPC.

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Pendência

Ele disse, ainda, que as pendências de pagamentos a servidores serão resolvidas no mês que vem. O governo deve o terço de férias dos funcionários do estado desde dezembro do ano passado e a rescisão dos professores temporários contratados no regime PSS.

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O melhor está por vir

O governador disse que o projeto deve reequilibrar as finanças do estado e que, a partir de sua aprovação, será possível uma melhora sensível na situação financeira do estado a partir do segundo semestre deste ano.

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ParanáPrevidência

Ele disse, ainda, que o projeto foi inspirado em medidas que "deram muito certo" em outros estados e que ele não permite que o governo use recursos dos aposentados para pagar despesas correntes.

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"Deturpando"

Ele disse que os deputados da oposição estão "deturbando de forma maldosa" o projeto, especialmente na parte que diz respeito ao ParanáPrevidência.

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Braço do PT

Ele acusou o sindicato dos professores de ser um "braço do PT" tentando desestabilizar seu governo.

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Entrevista

Após passar três dias sem se manifestar, o governador Beto Richa deu entrevista à TV Bandeirantes.

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Outros motivos

Vale lembrar que a greve dos professores não foi deflagrada apenas por causa do "pacotaço". Os professores exigem, também, que o terço de férias, atrasado desde dezembro, seja pago, assim como a rescisão dos professores temporários em regime PSS. Além disso, segundo Leão, há outras pautas como o fim da superlotação de salas de aula e a retomada de programas interrompidos.

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Bloco na rua

A categoria pretende ficar acampada em frente ao Palácio durante todo o carnaval.

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Segue a greve

Leão declarou, também, que a greve dos professores não acabou. Agora, a categoria deve ficar acampada em frente ao Palácio Iguaçu. "Nossa luta agora é com o governo", diz.

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Violência

Ele disse, ainda, que os professores não cometeram nenhum ato de violência.

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Pelo movimento

Presidente da APP Sindicato, Hermes Leão declarou que não houve baderneiros infiltrados, e sim que a ocupação "foi feita pelo movimento dos professores".

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APP responde

Os professores da APP tiveram conhecimento da nota publicada pelo governador Beto Richa e estão elaborando uma resposta que deve ser publicada em breve.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Desocupação

O repórter Jones Rossi conta que os professores decidiram realmente desocupar o plenário. Mesmo o grupo que se recusava a sair aparentemente teria aceitado acampar em frente ao Palácio Iguaçu.

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Atualização

A Secretaria de Segurança Pública informou ao repórter Rodrigo Baptista que são 11 feridos na Assembleia. Seis manifestantes e cinco policiais militares. Os manifestantes foram alvo de balas de borracha e gás lacrimogênio.

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Richa

Também consta na nota: "Richa diz ainda que quem perde é o cidadão paranaense, que espera que o governo possa garantir serviços de melhor qualidade e obras de infraestrutura que ajudem o desenvolvimento econômico do Estado"

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Richa

O que diz o governador, via assessoria de imprensa: “O que aconteceu foi uma manifestação absurda e violenta, que atenta contra a democracia, a liberdade de expressão e o estado de direito. Um grupo de baderneiros, infiltrado no movimento dos professores, impôs uma mordaça ao Poder Legislativo, impedindo temporariamente o seu funcionamento. É lamentável que a democracia, pela qual tanto lutamos, seja ameaçada por atos violentos como os que assistimos no dia de hoje”

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Quieto

A assessoria de comunicação do governador Beto Richa disse que ele não vai dar entrevistas sobre o assunto. O governador deve publicar, em breve, nota na Agência Estadual de Notícias e nas redes sociais.

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Porta-voz

Desde janeiro, Sciarra foi escalado como porta-voz do governo. É ele quem tem falado no lugar do governador Beto Richa.

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Segurança

Segundo Sciarra, o projeto foi retirado para "preservar a segurança dos parlamentares" diante de "atos de violência" dos manifestantes.

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"Baderneiros"

Sciarra condenou a invasão da Assembleia. "Não podemos aceitar esta afronta ao Estado de Direito. Foi um grupo de baderneiros infiltrados que promoveu esta ação violenta [a invasão]".

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Pagamentos

Sciarra admitiu que o governo do estado contava com a aprovação do projeto na programação de pagamentos de fevereiro. Nas entrelinhas, isso quer dizer que o governo pode ter dificuldade em honrar seus compromissos neste mês.

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Sciarra fala

Conversamos com o secretário-chefe da Casa Civil Eduardo Sciarra. Ele disse que o projeto será reexaminado pelo governo e que não há previsão de quando ele voltará à Assembleia. Ele disse, também, que o governo não vai solicitar sessões extraordinárias no Carnaval.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Divisão

Racha entre os manifestantes. Parte quer desocupar o plenário e a Assembleia e acampar em frente ao Palácio Iguaçu. Parte quer ficar na Assembleia.

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Feridos

O repórter Euclides Lucas Garcia informou também que o secretário de Segurança, Fernando Francischini, disse que quatro policiais militares e quatro manifestantes ficaram feridos. Dos manifestantes, três foram feridos com balas de borracha e um desmaiou por causa do gás. Não foi informado como os policiais se machucaram.

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Negociações

Ele disse, também, que negociou com a CUT a retirada de mais itens polêmicos do "pacotaço". Também teria sido acertado que a sessão de hoje não seria realizada. Entretanto, segundo o deputado, a Mesa Executiva decidiu realizar a sessão mesmo assim.

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Coletiva

Repórter Euclides Lucas Garcia informa: o líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli, deu entrevista há pouco e disse que, enquanto for líder, não vai mais pedir formação de comissão geral na Assembleia.

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Fim de festa

Dentro da Assembleia os professores começam a se preparar para sair, fazendo as malas e guardando os objetos usados durante a ocupação. Mas ainda há um pequeno grupo cercando o prédio.

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Anibelli ainda chamou o governador Beto Richa (PSDB) e os deputados que votaram a favor do pacotaço de "baderneiros da administração publica"

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"Vitória do povo"

Do alto do caminhão, o deputado Anibelli Neto (PMDB) agradeceu por nada de "mais sério" ter acontecido e disse que, se o povo não tivesse entrado na Assembleia, a retirada do "pacotaço" não teria sido possível. "Essa vitória é do povo", afirmou ele.

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Comemoração

Os deputados que votaram contra o "pacotaço" subiram no caminhão dos manifestantes após a retirada dos projetos e foram ovacionados pela multidão.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Desocupação

Professores sinalizam com desocupação da Assembleia. Marlei Fernandes, da APP, pede que fiquem apenas uns poucos para limpar o plenário.

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Feridos

A APP confirma que houve feridos. Um professor desmaiou por causa das bombas usadas para conter a invasão na Assembleia. Todos foram atendidos por uma equipe de saúde que está no local.

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Gazeta do Povo
Da redação

Carnaval antecipado

Manifestantes continuam comemorando na Praça Nossa senhora da Salete, no Centro Cívico, em Curitiba. Derrota do Executivo antecipou o carnaval dos servidores.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Risco de invasão

Enquanto alguns manifestantes comemoram, outros tentam invadir o prédio onde deputados estão.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Retirados!

Chega à Assembleia documento formal da Casa Civil retirando os projetos para reexame em função das manifestações e "para garantir a integridade física das senhoras e senhores deputados". O documento é assinado por Alexandre Teixeira, subchefe da Casa Civil. Com isso, os manifestantes começaram a recuar.

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Gazeta do Povo
Da redação

Sem documento...

...não tem acordo, gritam os manifestantes. Deputados continuam no prédio. Professorem mantêm ocupação.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Grito de gol

Tadeu Veneri anuncia pelo megafone que os projetos foram retirados. Multidão comemora como grito de gole levanta oposicionistas nos braços. Mas governo não retirou propostas formalmente.

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Gazeta do Povo
Da redação

Lado de fora

Manifestantes continuam do lado de fora.

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Gazeta do Povo
Da redação

Acuados

Deputados estão acuados no restaurante da Assembleia. Eles acalmam os manifestantes, dizendo que o "pacotaço" foi retirado. Mas, ouvem de volta o coro: "só com documento".

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Só com documento

Manifestantes gritavam "Retira ou não sai". Ou seja: ou o governo retirava o projeto ou os deputados não saíam da Assembleia. Romanelli diz que o projeto será retirado. Manifestantes gritam: "Só com documento."

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Apavorados

Deputados ficaram apavorados com a possibilidade de invasão do prédio. "Plenário" improvisado só tinha uma entrada. Eles não teriam para onde fugir. Secretário Francischini teve de acalmar a deputada Cristina Silvestri, que estava apavorada.

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Gazeta do Povo
Da redação

Comemoração

Manifestantes comemoram a retirada do projeto do 'Pacotaço" da pauta da ALEP. Assembleia continua ocupada.

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Gazeta do Povo
Da redação

Recuo

O líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), disse que vai tirar de tramitação o "pacotaço".

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Cerco

Os policiais da Tropa de Choque estão no saguão do prédio administrativo da Alep, onde aconteceria a votação. Todo o prédio está cercado e não há como os deputados deixarem o local pelo térreo.

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Gazeta do Povo
Da redação

Ocupação

Manifestantes ocuparam todos os espaços da Assembleia Legislativa. Deputados estão na sala da presidência acompanhados do secretário de Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini.

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Ocupação ampliada

No momento, a situação está mais tranquila. Segundo o sindicato, cerca de 10 mil pessoas ocupam a Assembleia e a área próxima do prédio. No momento, eles cantam palavras de ordem.

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Bombas

Há cerca de 45 minutos, os policiais lançaram 5 bombas de gás sobre os professores que ocupam a área externa da Assembleia e a rampa. Isso fez os professores dispersarem, mas não houve confronto entre os grevistas e os policiais.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Revolta dos deputados

Deputados governistas revoltados com o governador. Eles pediram para adiar a votação. O líder do governo queria retirar o projeto,. Mas houve ordem pessoal do governador para votar.

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Gazeta do Povo
Da redação

Confronto

Há relatos de manifestantes feridos e de que o confronto foi sério no local

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Governo recua

Líder do governo diz que não vai mais pedir mais comissão geral e que vai "fatiar" os projetos. Nova sessão só no dia 23.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Acabou a sessão

Acabou a sessão. Traiano chegpou a suspender a sessão para que deputados da oposição negociassem com os manifestantes. Mas viram que não ia funcionar e sessão foi marcada para a semana que vem.

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Gazeta do Povo
Da redação

Sem sucesso

A tentativa de dispersar os manifestantes não deu certo e uma multidão invadiu a Assembleia Legislativa. A situação é de extrema tensão no local.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Tensão

Secretário Francischini para deputado Tadeu Veneri: "Ou vocês acalmam essas pessoas ou vai dar morte."

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Bombas

Manifestantes tentaram entrar na Assembleia e a Tropa de Choque usou bombas de efeito moral para dispersar a multidão.

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Flores

Uma manifestante entregou flores a um dos policiais do choque, que abaixaram os escudos. Manifestantes cantam: "policial eu te respeito. Vocês também estão sofrendo"

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Furo ao bloqueio

Manifestantes furam bloqueio do Choque, se deitam no chão e são alvo de bombas de gás lacrimogênio.

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A todo momento, líderes pedem que manifestantes evitem o confronto com os policiais.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Sessão começa

Sessão começa com 44 dos 54 deputados presentes. Mesmo com as ausências, estimativa é de que governo tem quórum para aprovar projetos.

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Gazeta do Povo
Da redação

Policiais x manifestantes

Tensão cresceu com a chegada dos deputados em um ônibus do Choque. Foto da repórter Carolina Pompeo.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Normalidade?

Deputado Felipe Francischini (SD), filho do secretário Fernando Francischini, após entrar na Assembleia dentro de um ônibus do Choque: "Foi tudo dentro da normalidade."

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Choque

Manifestantes estão frente a frente com o Choque neste momento. Comando da manifestação pede calma e orienta a não entrar em confronto com a policia.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Francischini entrou junto

O secretário de Segurança, Fernando Francischini, que estava dentro do ônibus do Choque com os 33 deputados, quando eles entraram, disse que a entrada em carro da PM foi um modo de "garantir a autonomia da Assembleia sem que ninguém se machucasse".

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Gazeta do Povo
Da redação

PMs não acreditam

A reportagem da Gazeta do Povo no local ouviu de PMs que já trabalhavam na segurança da manifestação: "não acredito que estão fazendo isso", quando o camburão do Bope chegou

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Ocupação começa

O movimento pede neste momento que os manifestantes ocupem a rampa da assembleia pacificamente, se sentando na rampa. "Não queremos confronto com a polícia"

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Proteção de guerra

Caminhão com os deputados no interior é protegido por policiais.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Spray de pimenta é atirado em direção aos manifestantes!

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Caminhão

Os deputados entraram escondidos dentro de um caminhão preto. Foi necessário cortar uma grade lateral para driblar os manifestantes.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Tensão

O clima esquentou em frente à Assembleia e atrito entre policiais e manifestantes parece iminente!

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

CHEGARAM!

Protegidos por um cordão de isolamento, deputados chegam ao prédio da Assembleia em camburões!

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Requião Filho entra na Assembleia

O deputado do PMDB acessou o prédio pela mesma entrada usada pela polícia.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Deputados entram com ajuda da PM

Os deputados conseguiram entrar na Assembleia Legislativa depois de a polícia fazer um isolamento com homens e carros protegendo a entrada lateral do prédio administrativo. Os deputados entraram em bloco. Não houve violência. A situação, no entanto, é muito tensa, segundo o repórter Euclides Lucas Garcia, com centenas de manifestantes tentando derrubar grades para entrar no local onde será a votação.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Tensão

Oposição diz que até o líder do PSDB, Francisco Bührer, pediu que sejam instaladas as comissões e se desista da comissão geral. Isso faria os manifestantes recuarem. Casa do deputado Dr. Batista, em Maringá, teria sido cercada na noite de ontem.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Vai ser longo

Oposição vai permanecer na sessão e avisa que o processo de votação vai durar de oito a dez horas.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Retaliação

Comissionados ligados a deputados que anunciaram voto contra o governo são exonerados. No caso do deputado Ney Leprevost (PSD), por exemplo, foram exonerados três cargos da Paraná Projetos.

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Polícia entra na Assembleia

Quatro carros do Bope entram na Assembleia pelo TJ. Um deles é uma viatura canil, que parece conter cachorros. Não sabemos se são as mesmas que acabaram de passar pelo portão, furando o cerco dos manifestantes.

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Imprensa impedida

Alguns veículos de imprensa foram impedidos de entrar pela entrada principal da Alep, sob gritos "imprensa marrom não entra".

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Gazeta do Povo
Da redação

Canal da Música liberado

Manifestantes que eram impedidos de se aproximar do Canal da Música foram liberados. Presidente da Assembleia garantiu que sessão não ocorrerá no local. A foto e a informação são do fotógrafo Henry Milléo, da Gazeta.

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Gazeta do Povo
Da redação

Nota oficial da Assembleia 3

"A Assembleia Legislativa tem agido com cautela extrema e necessária, preservando a integridade de todos, evitando o uso da força policial. E quer manter a mesma postura democrática. Ações que impeçam o exercício constitucional da função parlamentar são inaceitáveis num estado como o Paraná. O exercício da democracia se fortalece no respeito das opiniões divergentes", temina a nota da Alep.

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Gazeta do Povo
Da redação

Nota oficial da Assembleia 2

Na nota, a Alep afirma que "os princípios do estado de direito democrático (sic) são afrontados quando um parlamento é sitiado."

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Gazeta do Povo
Da redação

Nota oficial da Assembleia 1

A casa legislativa soltou uma nota oficial para falar sobre o bloqueio feito por manifestantes, que impedem a entrada de quem quer que seja no prédio.

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Luan Galani
Repórter da Gazeta do Povo

Liberado

Manifestantes que estavam impedidos de passar em barreira policial foram liberados para chegar em frente ao Canal da Música.

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Bope

Vários carros do BOPE chegaram ao complexo que abriga os prédios do TJ e da Assembleia. No início, os manifestantes impediram a entrada dos carros, se sentando em frente ao portão. Depois de alguns minutos, eles permitiram a entrada da polícia.

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Cerco

Em frente ao portão, manifestantes cercam os carros que chegam na Assembleia, ao som de gritos "fora Beto Richa". " Deputado não entra", dizem os militantes

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Caminho para a votação

Deputados podem usar atalho para ir à sessão sem passar por manifestantes.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Manobra 3

Segundo policiais militares posicionados no Tribunal de Justiça e funcionários do TJ, nenhum deputado entrou no prédio, uma vez que as entradas principais estão bloqueadas por manifestantes. Carros e um ônibus da PM entraram pelo portão do estacionamento do TJ, mas pelo menos nos últimos 30 minutos não houve passagem de pessoas ou veículos para os limites da assembleia.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Limites

Deputado Luiz Carlos Martins (PSD) emite nota dizendo que não vota nada fora do prédio da Assembleia,

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Luan Galani
Repórter da Gazeta do Povo

Bloqueio

Cerca de 30 manifestantes bloqueiam a entrada do Canal da Música. Logo depois chegou a Polícia Civil e bloqueou as ruas de acesso ao local com viaturas do Denarc, Tigre e Homicídios. Ninguém entra ou sai.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Canal da Música

Polícia não deixa mais ninguém entrar ou sair do Canal da Música, embora presidência da Assembleia garanta que sessão não será lá.

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Rogério Galindo
Colunista da Gazeta do Povo

Na marra

Deputado Traiano diz que sessão será na Assembleia, nem que seja preciso que a polícia retire os professores. Veja no blog Caixa Zero

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Gazeta do Povo
Da redação

Manobra 2

Os locais ficam separados apenas por um jardim e uma pequena caminhada.

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Gazeta do Povo
Da redação

Manobra 1

Informação que chega à Gazeta do Povo é que os deputados estaduais estão no prédio do TJ. A intenção é transferi-los, aos poucos, para o local onde está marcada a sessão, no 5º andar (restaurante) do prédio do Plenário da Assembleia.

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Gazeta do Povo
Da redação

Mazza no PRTV

"Antes no restaurante do que no banheiro", diz Luiz Geraldo Mazza, famoso jornalista paranaense, ao ser perguntado sobre a sessão de ontem da Assembleia, realizada em local "alternativo".

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Gazeta do Povo
Da redação

Recapitulando... 3

Manifestantes bloqueiam a entrada da Assembleia e também prometem bloquear o acesso ao Canal da Música e à sede da Copel no Bigorrilho. Eles teriam recebido a informação de que estes locais poderiam abrigar, de forma alternativa, a sessão que analisará o pacote do governo.

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Gazeta do Povo
Da redação

Recapitulando... 2

A Assembleia confirma a sessão para o prédio administrativo, às 14h30...

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Gazeta do Povo
Da redação

Recapitulando... 1

A ação judicial dos deputados da oposição para suspender a tramitação do "pacotaço" foi rejeitada pelo TJ...

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Gazeta do Povo
Da redação

Vacas magras?

Juízes estaduais pedem auxílio-moradia retroativo que pode custar R$ 41 milhões ao Paraná. Leia o post no blog Caixa Zero.
https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/caixa-zero/juizes-pedem-auxilio-moradia-retroativo-que-pode-custar-r-41-milhoes-ao-parana/

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

O presidente da APP-Sindicato, Hermes Silva Leão, acaba de informar, do carro de som, que há manifestantes encaminhando-se para o Canal da Música e a sede da Copel no bairro Bigorrilho, para evitar que a votação seja realizada nesses locais. "Nós vamos aonde for necessário para impedir essa votação."

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Gazeta do Povo
Da redação

Fogo 2

O Corpo de Bombeiros de Jacarezinho é que está falando sobre o caso. A reportagem da Gazeta do Povo ainda apura informações sobre as causas do incêndio e os estragos causados na escola.

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Gazeta do Povo
Da redação

Fogo 1

O Colégio Estadual Professor Sílvio Tavares, em Cambará, no Norte Pioneiro do Paraná, pegou fogo na noite de quarta-feira (11). De acordo com o Corpo de Bombeiros comunitário da cidade, foi um incêndio de grandes proporções, que foi atendido pela equipe de Jacarezinho. No portal Dia a Dia Educação, as informações da escola apontam que há cerca de 1,3 mil alunos matriculados no ensino fundamental (6º a 9º ano), ensino médio, formação de docentes, cursos técnicos subsequentes, centro de línguas estrangeiras, projeto 2º tempo, de atletismo e de preparação para o vestibular.

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Gazeta do Povo
Da redação

Ao contrário do que dizem os professores...

A Secretaria da Educação apresentou ontem uma estimativa segundo a qual as medidas contingenciais adotadas neste ano pouco teriam afetado o quadro de pessoal das escolas da rede estadual de ensino.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Justiça nega pedido de suspensão da sessão

Justiça indeferiu mandado de segurança interposto pelos deputados de oposição pedindo pela suspensão da sessão de hoje. Agora, a realização da votação do "pacotaço" depende do quórum. Os deputados de oposição devem entrar com agravo de decisão para tentar reverter a decisão. A informação foi repassada por um dos advogados e confirmada pela APP-Sindicato.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Repórteres que acompanham a ocupação da Alep estão com dificuldade para acessar o plenário. Alguns manifestantes pedem por crachás e tentam impedir a entrada de quem não está identificado como integrante do sindicato.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Deputados Requião Filho, Tadeu Veneri e Professor Lemos circulam entre os manifestantes. Deputado Nereu Moura discursa no carro de som dos manifestantes. Segundo ele, a votação não vai acontecer pois muitos deputados, inclusive ele, estão com celulares desligados e não serão notificados sobre a reunião. Ele fez duras críticas às medidas propostas pelo governo Richa.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

ânimos alterados

Hoje, a maior parte dos manifestantes está do lado de fora da assembleia. Do lado de dentro, o cansaço, o sono e a tensão dos últimos dias parece comecar a alterar os ânimos de quem está acampado precariamente. Há pouco, professoras avisavam, em alto e bom tom, que não limpariam o banheiro masculino, responsabilidade dos colegas manifestantes.

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Gazeta do Povo
Da redação

Sem moleza

Governo perde maioria absoluta e terá de barganhar por apoio para aprovação do "pacotaço". Leia a matéria completa.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Agora, a ocupação é dos portões. Centenas de manifestantes estão posicionados para que ninguém entre na Alep. Funcionários da assembleia que quiseram deixar o prédio tiveram a saída liberada. No plenário, cerca de 200 pessoas permanecem em protesto.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Manifestantes estão postos na rua de trás da Alep e bloqueiam a passagem de veículos. Somente ônibus e ambulâncias estão passando.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Estradas em Cascavel, Cornélio Procópio, Candói e pedágio da Serra, em Guarapuava, estão bloqueadas, informou o sindicato.

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Gazeta do Povo
Da redação

Em ofício ao comando da operação, policiais militares reclamam de jornada excedida em "mais de cinco horas". Leia a matéria completa.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Manifestantes pedem, do carro de som, que deputados não venham votar e que dispensem seus funcionários, pois "não há condição de realizar a sessão. Nós não queremos confronto."

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Manifestantes se posicionam em todas as entradas para a Alep. "Ninguém entra", diz o sindicato. Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

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Gazeta do Povo
Da redação

Cordão tenta isolar a Assembleia. Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Deputado Estadual Requião Filho chegou e circula entre os manifestantes. Ele classificou o "tratoraço" como um vilipêndio. "Votar essas medidas assim, em pacote, suprime a discussão, o debate. É um grande desrespeito por parte do governo com a casa e com os servidores. A casa também deveria se posicionar contra essa pressão pela comissão geral. A ocupação da assembleia só se deu porque não houve dialogo", declarou.

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Gazeta do Povo
Da redação

Manifestantes bloqueiam o portão!

Foto é de Jonathan Campos, fotógrafo da Gazeta do Povo.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Agentes penitenciários

Cerca de 30 agentes penitenciários chegaram há pouco na Alep para oferecer apoio à greve dos professores e funcionários da educação. Antony Johnson, presidente do Sindarspen, reafirmou que a greve da categoria está condicionada à votação do "pacotaço". "Se os projetos forem votados, vamos nos reunir e decidir como proceder nossa paralisação. A greve dos agentes é mais delicada porque envolve questões de segurança pública. Mas apoiamos os professores e a saúde e as deliberações do Fórum de Entidades Sindicais", declarou. À tarde, cerca de 100 agentes devem vir à Alep.

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Carolina Pompeo
Repórter da Gazeta do Povo

Bloqueio

No momento, os manifestantes formam um bloqueio em frente ao portão principal da Alep. A ideia é impedir a entrada dos deputados para a votação que deve ocorrer hoje à tarde. Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

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Mais uma categoria em greve

Servidores estaduais da saúde também entraram em greve nesta quinta-feira (12).

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Educadores sentam-se em frente à Alep em protesto contra servidores da assembleia. Segundo os manifestantes, funcionários que vieram trabalhar hoje fizeram provocações e insultaram os grevistas.

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Denúncia grave

Deputado Adelino Ribeiro (PSL), disse que secretário do governo estadual condicionou a liberação de um ônibus para o transporte de pacientes de um município da base eleitoral do parlamentar ao voto favorável ao projeto do governo.

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Do lado de fora da Alep, em frente ao Palácio do Iguaçu, há menos barracas armadas, pois muitas migraram para o inteiror da assembleia. Marcos Cordeiro, professor de Colombo, participa da greve desde o primeiro dia e monta e desmonta sua barraca diariamente. Essa noite, fez vigília na Alep. "Foi tranquilo, mas a gente não consegue desligar. Eu estou aqui para não retroceder, e vou ficar até acabar."

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Amigos vs. inimigos

Para os professores e funcionários da educação, não há mais dúvidas sobre quais deputados são amigos ou inimigos da educação.

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Caravanas de diversas cidades organizam pequenos atos para o dia, como grupos de Toledo e Francisco Beltrão.

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Cansaço

Manifestantes aparentam um cansaço generalizado na manhã de hoje. Noites mal dormidas parecem começar a pesar. No entanto, estão também mais organizados, com crachás e pulseiras de identificação.

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Caravanas

Grupo de servidores vindo de Francisco Beltrão acaba de chegar ao Centro Cívico. Manifestantes têm se revezado para que outros grupos possam retornar para casa ou descansar. Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo.

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Clima

O clima entre os manifestantes é tranquilo. Apesar da apreensão em relação à votação do "pacotaço", os ânimos estão menos exaltados do que ontem. Porém, segundo alguns sindicalizados, a resistência continua e ações e protestos devem ocorrer em vários municípios ao longo do dia.

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E a reintegração de posse?

A APP-Sindicato informou que a liminar de reintegração de posse, entregue ontem ao presidente da entidade, Hermes Silva Leão, não foi assinada. O departamento jurídico do sindicato entrou com pedido de cassação da liminar. Mais informações em breve.

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E se a aprovação do pacotaço sair?

Segundo Valkiria, a direção do sindicato deve se reunir e repensar as estratégias, caso os projetos de lei sejam aprovados em comissão geral. Ou seja, há bastante incerteza sobre o que pode acontecer.

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Expectativas

De acordo com Valkiria Mazeto, secretária educacional da APP-Sindicato, a expectativa dos manifestantes é que a votação do "pacotaço" não ocorra, conforme anunciado ontem pela casa. "Nós ficaremos aqui e tentaremos negociar a retirada dos projetos da pauta. A greve só acaba quando isso acontecer", reforçou.

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Café da manhã

Manifestantes fazem a primeira refeição do dia. O clique é do fotógrafo Jonathan Campos, da Gazeta do Povo.

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Promessa de emoções fortes

Sob pressão e sem recuo do governo, deputados votam nesta tarde o “pacotaço”. Leia a matéria completa.

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No momento, manifestantes circulam e dividem-se para sempre ter um grupo grande no plenário. Do lado de fora, policiais militares permanecem em posição, bloqueando os acessos aos gabinetes e aos banheiros. Já o ar condicionado foi religado, amenizando o calor insuportável do dia anterior.

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Ocupação da Alep entra no terceiro dia

O terceiro dia de ocupação da Assembleia Legislativa do Paraná começa mais tranquilo do que na quarta-feira (11). O número de barracas armadas no interior do prédio aumentou, e cerca de 400 pessoas pernoitaram no local, entre professores, representantes estudantis e integrantes de outros sindicatos, como o dos agentes penitenciários e dos professores universitários.

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Manifestantes mantêm a ocupação do prédio da Assembleia nesta quinta-feira (12). Eles entraram no local na tarde de terça-feira (10).

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Começando os trabalhos

Bom dia, leitores. Iniciamos aqui a nossa cobertura em tempo real dos protestos contra o "pacotaço" do governo estadual

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