A Eletrobras informou por meio de nota, na tarde desta terça-feira (21), que a ex-ministra-chefe da Casa CivilErenice Guerra não pertence mais ao Conselho de Administração da empresa.

A assessoria da estatal não informou o motivo da saída, mas disse que Erenice entregou nesta terça-feira (21) a carta na qual pediu desligamento da função, que ela assumiu em março.

Ainda não há definição de um substituto. De acordo com a assessoria da empresa, a escolha poderá ocorrer na próxima reunião do Conselho Administrativo, na semana que vem.

Sucessora e braço-direito de Dilma Rousseff (PT) na Casa Civil da Presidência da República, Erenice Guerrase demitiu do cargo de ministra na última quinta-feira (16), após denúncia de tráfico de influência envolvendo seu filho Israel Guerra e servidores do ministério.

BNDES

Erenice Guerra integra o Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com a assessoria do banco, ela ingressou no conselho em 12 de maio de 2010, logo após a saída da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, que ocupava o mesmo cargo anteriormente. O conselho se reúne a cada três meses e a remuneração mensal do posto é de R$ 5.122,00.

Na hipótese de ela deixar também a cadeira no BNDES, caberá ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, indicar um substituto, de acordo com a assessoria do BNDES. Antes de ingressar no Conselho de Administração do BNDES, ela integrou o Conselho Fiscal do banco desde 4 de abril de 2008.

A ex-ministra fez parte do Conselho Fiscal da Petrobras de abril de 2006 a abril de 2008.

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