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quebra de sigilo

Testemunha abre nova linha de investigação sobre quebra de sigilo

Edson dos Santos foi procurado pelo contador José Carlos Cano Larios. Ele se negou a assinar documento para legalizar emissão de declarações

  • PorG1/Globo.com
  • 13/09/2010 07:27

O testemunho do metalúrgico aposentado Edson Pedro dos Santos à Polícia de São Paulo abriu uma nova linha de investigação no caso do vazamento de informações fiscais de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à presidência, José Serra.

O aposentado disse à polícia que recebeu a visita de um contador, que lhe pediu que assinasse um documento falso. "A declaração era assim, como se eu tivesse pedido para a Receita Federal fazer a pesquisa dos meus dados. Como se eu tivesse pedido uma pesquisa", afirmou. Edson disse que não assinou o documento e procurou a polícia.

Segundo Edson, o contador é José Carlos Cano Larios, marido da funcionária da Receita Federal, Ana Maria Caroto, suspeita de acessar ilegalmente dados do imposto de renda de vários contribuintes. Segundo Santos, ele foi procurado para assinar um documento que legalizasse a emissão das declarações de imposto de renda.

O aposentado afirmou ter denunciado o contador porque acompanhava a repercussão do caso da violação dos sigilos dos tucanos e teria ficado assustado com o contato. Após marcar um ponto de encontro onde assinaria a papelada, o aposentado procurou a delegacia de Mauá e os policiais seguiram com ele até o lugar combinado. Cano foi localizado pelos policiais quando chegava para encontrar o aposentado. Foi o próprio contador que levou os policiais até o escritório onde foram localizadas as declarações.

No escritório de José Carlos, a polícia encontrou 23 declarações semelhantes a que foi entregue ao aposentado. Em depoimento à polícia, Ana Maria disse que foi orientada pela própria Corregedoria da Receita a identificar os contribuintes que tiveram os sigilos acessados e a conseguir deles as declarações assinadas que permitissem o acesso aos dados. 31 acessos não justificados foram feitos no computador dela.

Em nota, a Corregedoria da Receita Federal declarou que contesta a informação de que haveria orientado a servidora, que está sob investigação, a providenciar qualquer documento para encobrir ou justificar irregularidades cometidas.

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