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abuso sexual

Ex-assessor da Casa Civil é condenado a 16 anos de prisão

Ex-prefeito de Realeza, Eduardo Gaievski trabalhou com a senadora Gleisi Hoffmann no governo federal

  • PorLuis Lomba, especial para a Gazeta do Povo
  • 20/08/2015 15:30
Eduardo Gaievski: 16 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, por abuso sexual de uma adolescente de 12 anos. | Henry Milleo /Gazeta do Povo
Eduardo Gaievski: 16 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, por abuso sexual de uma adolescente de 12 anos.| Foto: Henry Milleo /Gazeta do Povo

O ex-assessor da Casa Civil da Presidência da República e ex-prefeito de Realeza (Sudoeste do Paraná) Eduardo André Gaievski foi condenado a 16 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, por abuso sexual de uma adolescente de 12 anos. A sentença, do juiz Luiz Fernando Montini, da Comarca de Realeza, foi dada na sexta-feira (14). “Já apelei dessa sentença, com pedido para apresentar as razões no Tribunal de Justiça, quando o processo subir”, diz o advogado de Gaievski, Samir Mattar Assad.

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Segundo o advogado, a opção por apresentar provas de inocência de Gaievski no Tribunal de Justiça se deve ao cerceamento da defesa na Comarca de Realeza. “Oitivas de testemunhas, produção de provas, tudo que pedimos ao juiz é negado”, diz. “Temos certeza de que os tribunais não vão referendas as nulidades processuais cometidas”, completa o defensor.

Essa é a nona condenação de um total de 15 processos contra Gaievski – 14 por estupro de adolescentes e um por corrupção de testemunhas. Em cinco ações, o ex-assessor foi considerado inocente. Falta julgar o processo sobre a coação de testemunhas, que tem audiência marcada para setembro. Depois disso, todos os recursos serão analisados pelo Tribunal de Justiça.

Gaievski está preso desde 2013 na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), em Barracão (Sudoeste do Paraná). De acordo com as denúncias do Ministério Público, ele aliciava as adolescentes oferecendo empregos na Prefeitura de Realeza quando era prefeito. Ele também foi assessor da Casa Civil na época em que Gleisi Hoffmann (PT) era titular da pasta.

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