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Macapá - Dez dias após serem presos acusados de participar de um esquema de corrupção no Amapá, o governador do estado, Pedro Paulo Dias (PP), e seu antecessor, Waldez Góes (PDT), voltaram ontem a Macapá, depois de serem libertados ao vencer o prazo da prisão temporária deles (ambos estavam detidos em Brasília). Dias e Góes foram recebidos com festa e disseram ter sido injustiçados – numa tentativa de mostrar que ainda têm chances nas eleições. Dias concorre à reeleição ao governo e Góes, ao Senado. Com a volta, o governador também reassumiu a administração estadual.

Cerca de 5 mil pessoas receberam os dois, em um dos maiores atos de campanha no Amapá. A multidão começou a chegar ao aeroporto da cidade por volta das 14 horas. Esperou o retorno dos candidatos até as 18 horas, quando saíram em carreata pelas principais ruas de Macapá.

No último dia 10, eles foram alvo da Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal. Nela, foi desarticulado uma quadrilha formada por políticos, empresários e servidores estaduais que pode ter desviado mais de R$ 300 milhões dos cofres públicos.

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