Francischini ”provas são incontestes”. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Francischini ”provas são incontestes”.| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

O impeachment da presidente da República é medida necessária para a reestabilização das relações políticas, econômicas, administrativas e da moralidade. Este, patrimônio imaterial do povo brasileiro, escoou pelos ralos da corrupção em conjunto com os bilhões desviados dos cofres públicos.

A presidente traiu o povo, cometeu crimes de responsabilidade e violou a Constituição. Note-se, senão, que os primeiros brasileiros a serem traídos foram os seus próprios eleitores, que conferiram o voto diante do compromisso de Dilma manter as políticas para a sustentabilidade e desenvolvimento do país.

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Por decorrência lógica, a sua sustentabilidade política, que confere suporte à governabilidade ruiu, na exata e inversa medida em que a impopularidade da presidente cresceu. O ambiente de incerteza, de angústia e de penúria, certamente forma a opinião da mesma população que ora confere à “Comandante” o desprezível índice de aprovação de cerca de 8% (conforme pesquisa CNT/Instituto MDA).

Diante dos escândalos, o governo está desmoralizado e diante da falta de condução e rumo, está paralisado! Ao fim e ao cabo, a representada perdeu a condição precípua para manter-se no poder.

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O que é o impeachment senão o instrumento, passível de ser proposto por qualquer cidadão, com vistas à decretação da perda do cargo do Presidente da República que cometa os crimes elencados pela Lei 1.079/50.

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Dilma praticou atos improbos personalíssimos, cujas provas são incontestes.

Conforme facilmente se verifica, tais atos se revelam potencialmente lesivos e estão a impor o pagamento de alto preço aos brasileiros .

Não obstante, o processo constitucional de decisão, garantido pela Constituição e conforme as disposições regimentais do Congresso, deverá dar-se sem a intervenção de qualquer outra instituição que não o próprio povo reunido, exercendo a devida pressão e ações legítimas.

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