Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, vai acompanhar determinação do PMDB. | Marcelo Camargo/Agência Brasil/Fotos Públicas
Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, vai acompanhar determinação do PMDB.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Fotos Públicas

O desembarque do PMDB do governo Dilma Rousseff, oficializado na tarde desta terça-feira (29), definiu a saída de ministros.

Além de Henrique Alves, que deixou a pasta de Turismo na segunda-feira, Eduardo Braga (Minas e Energia) e Helder Barbalho (Portos) comunicaram à cúpula da legenda que entregarão os cargos nos próximos dias.

INFOGRÁFICO: Como está a situação dos ministros do PMDB

Antes deles, o ministro da Aviação Civil, Mauro Lopes, vai deixar a pasta. Ele afirmou a correligionários que vai seguir a determinação do partido. A expectativa é que ele deixe o cargo ainda nesta terça-feira.

Lopes foi nomeado pela presidente Dilma Rousseff em meados deste mês, logo depois que a Executiva do PMDB aprovou moção proibindo que peemedebistas assumissem novos cargos no governo até que o partido tivesse uma decisão definitiva sobre a permanência na base, contrariando a cúpula do partido. A aceitação de Mauro Lopes resultou em um processo disciplinar na Comissão de Ética do partido, que poderia terminar com sua expulsão, caso insistisse em desobedecer a ordem.

Do outro lado, segundo o colunista Ilimar Franco, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, vai permanecer no governo. A ministra deve deixar o PMDB, em caso de ameaça concreta de expulsão do partido, que retirou o apoio ao governo por aclamação nesta terça-feira.

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