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Lava Jato

Oposição quer ouvir Dilma e Lula na CPMI da Petrobras

A CPMI não tem poder de convocar a presidente da República. Mediante a aprovação de um requerimento, pode apenas convidá-la a comparecer

  • PorEstadão Conteúdo
  • 24/10/2014 13:27

Eu não leio a Veja, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio da Silva não comentou as denúncias da revista Veja de que sabia do esquema de cobrança de propina na Petrobras. Ele disse que "não acha nada da Veja". "O problema da Veja, fala a Veja. Eu não acho nada", disse, durante caminhada nesta sexta-feira (24) no centro da capital paulista. Antes de deixar o evento, que mobilizou cerca de 3 mil pessoas no centro de São Paulo, Lula reiterou: "Eu não leio a Veja".

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Paulo Roberto Costa diz que pagou R$ 20 milhões a caixa 2 de Campos

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em depoimento da delação premiada dos autos da Operação Lava Jato que intermediou em 2010 o pagamento de R$ 20 milhões para o caixa 2 de campanha de Eduardo Campos (PSB), então candidato à reeleição ao governo de Pernambuco - Campos foi reconduzido ao cargo com 80% dos votos. Segundo Paulo Roberto Costa, o operador da transação foi o ex-ministro Fernando Bezerra, da Integração Nacional do governo Dilma Rousseff, eleito senador pelo PSB de Pernambuco e ex-braço direito de Campos.

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A oposição defendeu nesta sexta-feira (24) que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que apura denúncias de irregularidades na Petrobras, ouça o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff sobre o teor da reportagem da revista Veja publicada nessa sexta-feira (24). Segundo a reportagem, o doleiro Alberto Youssef revelou que os dois petistas sabiam do esquema de corrupção montado na estatal. A CPMI não tem poder de convocar a presidente da República. Mediante a aprovação de um requerimento, pode apenas convidá-la a comparecer.

"O mar de lama é do governo dela (Dilma). Se ela sabia e participou do processo, isso é passível de cassação do mandato e de cadeia", afirmou o líder da minoria na Câmara, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG). "A gente sabia que a delação premiada iria trazer transtornos violentos para o País. Em função da delação, temos que ouvir o Lula e a Dilma", acrescentou o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), integrante do colegiado.

O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), também argumentou que ambos precisam prestar explicações. "Eu acho que é o desdobramento natural (oitivas na CPMI). As denúncias não podem ficar por isso mesmo. Aprofundá-las é algo natural e necessário" disse.

De acordo com o publicado pela revista, Youssef, alvo maior da Operação Lava Jato, disse em depoimento à Justiça que Lula e Dilma tinham conhecimento da corrupção envolvendo a petroleira. O depoimento do doleiro teria ocorrido nesta terça-feira (21) em Curitiba. A Operação Lava Jato apura um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter alcançado R$ 10 bilhões.

Para Domingos Sávio, Dilma não pode alegar que não tem responsabilidade sobre as irregularidades na Petrobras. "Dilma sabia do roubo e, com isso, participou de tudo", disse o tucano. Para ele, "é fundamental" que a denúncia tenha vindo à público antes do segundo turno. O deputado espera que as pessoas tomem consciência que "a coisa é muito grave". "Com os depoimentos de ambos (Youssef e Paulo Roberto Costa), fica claro que se instalou uma quadrilha no poder. Não tenho dúvidas que a presidente Dilma e o ex-presidente Lula tinham conhecimento (do esquema) como orientaram", concluiu.

Dilma afirma que revista Veja faz 'terrorismo eleitoral'

A presidente Dilma Rousseff usou seu horário eleitoral nesta tarde para rebater as denúncias veiculadas nesta sexta-feira pela revista Veja e disse que a Justiça vai condenar a publicação pelo que chamou de "crime".

"Não posso me calar frente a este ato de terrorismo eleitoral articulado pela Revista Veja e seus parceiros ocultos", disse a presidente, que classificou o teor da reportagem publicada pela semanal de "barbaridade" e de "infâmia". A presidente também criticou o fato de a revista ter antecipado sua edição para esta sexta-feira - a revista normalmente é distribuída aos sábados - e alegou que a publicação excedeu "todos os limites da decência e da falta de ética". "Isso é um crime. É mais do que clara a intenção malévola da Veja de interferir de forma desonesta e desleal nos resultados das eleições".

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